terça-feira, 2 de outubro de 2012
sábado, 29 de setembro de 2012
Passione.
E as mãos suam, as palavras fogem. Eu simplesmente não consigo lembrar do que é óbvio pra mim e vive perambulando por minha cabeça, de pensamento em pensamento.
Os olhos me prendem e já não há riso mais engraçado no mundo ou sorriso mais cativante.
Os sentidos confundem - se, a guarda fica baixa. Totalmente vulnerável.
Os sonhos são invadidos, assim como a mente. Lembranças de cada instante, desde uma troca intensa de olhares até do leve e despreocupado roçar dos dedos.
Meu corpo entra em estado de atenção. As borboletas saltam com a ameaça de um simples contato, mesmo que esse seja imaginário e impossível.
Isso é o renascimento, o coração está revigorado.
A paixão.
Paixão, Passione
Composição: Ivan Lins
Thaís Gulin
"Paixão.
Estopim aceso.
Ai meus deus que medo dele se apagar.
Paixão.
Minha adrenalina.
Arde na retina quase a me cegar.
Paixão.
Faca de dois gumes,
Preso por ciúme,
Livre pra voar.
Paixão.
Vale até mentira,
Mas ninguém me tira meu enfeitiçar.
Paixão.
Indomável coração.
Razão por que canto essa canção.
Paixão.
Ela é nossa saga.
Leva e nos afoga. Salva e nos afaga.
Nunca vai mudar.
Passione.
Nostro volo cieco
È illuminato sieme solo a te.
Paixão.
À primeira vista,
Sentimento arrisca,
Morre pra viver.
Paixão.
É minha tortura.
É loucura e cura,
Minha guerra e paz.
Paixão.
Meu certo e errado seguem bem casados,
Parecem iguais.
Paixão.
Indomável coração.
Razão por que canto essa canção.
Paixão.
Ela é nossa saga.
Leva e nos afoga. Salva e nos afaga.
Nunca vai mudar.
Paixão...
Passione...
Passione...
Pra ouvir, clica aqui (:
Os olhos me prendem e já não há riso mais engraçado no mundo ou sorriso mais cativante.
Os sentidos confundem - se, a guarda fica baixa. Totalmente vulnerável.
Os sonhos são invadidos, assim como a mente. Lembranças de cada instante, desde uma troca intensa de olhares até do leve e despreocupado roçar dos dedos.
Meu corpo entra em estado de atenção. As borboletas saltam com a ameaça de um simples contato, mesmo que esse seja imaginário e impossível.
Isso é o renascimento, o coração está revigorado.
A paixão.
Paixão, Passione
Composição: Ivan Lins
Thaís Gulin
"Paixão.
Estopim aceso.
Ai meus deus que medo dele se apagar.
Paixão.
Minha adrenalina.
Arde na retina quase a me cegar.
Paixão.
Faca de dois gumes,
Preso por ciúme,
Livre pra voar.
Paixão.
Vale até mentira,
Mas ninguém me tira meu enfeitiçar.
Paixão.
Indomável coração.
Razão por que canto essa canção.
Paixão.
Ela é nossa saga.
Leva e nos afoga. Salva e nos afaga.
Nunca vai mudar.
Passione.
Nostro volo cieco
È illuminato sieme solo a te.
Paixão.
À primeira vista,
Sentimento arrisca,
Morre pra viver.
Paixão.
É minha tortura.
É loucura e cura,
Minha guerra e paz.
Paixão.
Meu certo e errado seguem bem casados,
Parecem iguais.
Paixão.
Indomável coração.
Razão por que canto essa canção.
Paixão.
Ela é nossa saga.
Leva e nos afoga. Salva e nos afaga.
Nunca vai mudar.
Paixão...
Passione...
Passione...
Pra ouvir, clica aqui (:
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Summerland
Adoro ler.
Contos. Romances. Fábulas. Sem restrições.
Adoro reler também.
Procuro um livro que há tempos estava naquela última gaveta do guarda - roupa, local reservado especialmente para eles, e delicio - me novamente.
Então em pequenos intervalos de tempo, entre uma aula e outra, poucos minutos antes de dormir, a história adormecida começa novamente a tomar forma em minha cabeça, em meu coração.
Me transporto para a dimensão das palavras, presencio os fatos, pois agora sou personagem.
Empresto meu corpo, adoto novas características, mudo de nome. Vivencio as dores e dúvidas. Apaixono - me pelo mocinho. Sempre.
E assim sigo, experimentando ser que nunca sou ou o que já fui.
Transitando de corpo em corpo, página em página. Ganho experiência.
E chego na última página, fica a saudade de quem eu era com a sensação de dever cumprido.
Contos. Romances. Fábulas. Sem restrições.
Adoro reler também.
Procuro um livro que há tempos estava naquela última gaveta do guarda - roupa, local reservado especialmente para eles, e delicio - me novamente.
Então em pequenos intervalos de tempo, entre uma aula e outra, poucos minutos antes de dormir, a história adormecida começa novamente a tomar forma em minha cabeça, em meu coração.
Me transporto para a dimensão das palavras, presencio os fatos, pois agora sou personagem.
Empresto meu corpo, adoto novas características, mudo de nome. Vivencio as dores e dúvidas. Apaixono - me pelo mocinho. Sempre.
E assim sigo, experimentando ser que nunca sou ou o que já fui.
Transitando de corpo em corpo, página em página. Ganho experiência.
E chego na última página, fica a saudade de quem eu era com a sensação de dever cumprido.
sábado, 22 de setembro de 2012
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