Quase linda história de amor
Composição: Jay Vaquer
Jay Vaquer
"De onde vens,
Leva o que eu nem sou,
E fui muito mais da
Da boca pra dentro.
Foi por um triz,
Noutra condição.
"Muito prazer, sejamos felizes."
Se a obra do acaso acabou na quase linda história de amor,
Vou guardar lembranças do que não viveremos.
Tão bom enquanto não durou tanta perfeição...
Por onde vais traz o que eu já fui,
E falta - me a vez de uma vez por todas.
O que não fiz,
Quem me dera ter como voltar naquele momento.
Se a obra do acaso teimou na quase linda história de amor...
Vou guardar lembranças do que não viveremos...
Tão bom enquanto não durou tanta perfeição!
Sai pela rua sem saída que você não escolheu ser...
Segue a nossa procissão!
Levando imagens carregadas,
Cores que nunca existiram...
...Nesse mundo de se sonhar um sonho a dois...
Lá onde estás faço uma oração,
E a sensação de paz e conforto..."
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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Summerland
Adoro ler.
Contos. Romances. Fábulas. Sem restrições.
Adoro reler também.
Procuro um livro que há tempos estava naquela última gaveta do guarda - roupa, local reservado especialmente para eles, e delicio - me novamente.
Então em pequenos intervalos de tempo, entre uma aula e outra, poucos minutos antes de dormir, a história adormecida começa novamente a tomar forma em minha cabeça, em meu coração.
Me transporto para a dimensão das palavras, presencio os fatos, pois agora sou personagem.
Empresto meu corpo, adoto novas características, mudo de nome. Vivencio as dores e dúvidas. Apaixono - me pelo mocinho. Sempre.
E assim sigo, experimentando ser que nunca sou ou o que já fui.
Transitando de corpo em corpo, página em página. Ganho experiência.
E chego na última página, fica a saudade de quem eu era com a sensação de dever cumprido.
Contos. Romances. Fábulas. Sem restrições.
Adoro reler também.
Procuro um livro que há tempos estava naquela última gaveta do guarda - roupa, local reservado especialmente para eles, e delicio - me novamente.
Então em pequenos intervalos de tempo, entre uma aula e outra, poucos minutos antes de dormir, a história adormecida começa novamente a tomar forma em minha cabeça, em meu coração.
Me transporto para a dimensão das palavras, presencio os fatos, pois agora sou personagem.
Empresto meu corpo, adoto novas características, mudo de nome. Vivencio as dores e dúvidas. Apaixono - me pelo mocinho. Sempre.
E assim sigo, experimentando ser que nunca sou ou o que já fui.
Transitando de corpo em corpo, página em página. Ganho experiência.
E chego na última página, fica a saudade de quem eu era com a sensação de dever cumprido.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
O que todos já sabem...
Quando penso em felicidade, penso no riso e na sensação de acalento que preenche meu coração, como naquele dia que mesmo sem um tostão no bolso, eu olhei as nuvens e aquilo me preencheu completamente. Ou então da primeira vez que pus meus pés em solo carioca e algo me tomou, como uma lembrança boa, um conforto, uma paz interna.
E não é por que eu a encontrei que desde então ela não me abandonou. Longe disso.
A felicidade não é plena, ninguém consegue viver só sorrindo, sem nenhum problema, com o coração organizado e sadio o tempo todo.
E cá entre nós, viver sem problemas às vezes entedia.
A felicidade é fruto da conquista diária, de conseguir superar cada obstáculo e poder fechar os olhos aliviados, lembrando que o ciclo encerrou - se (de uma boa ou má maneira, mas encerrou - se).
Porque em grande parte das vezes, quando as coisas acabam de um jeito que não gostaríamos que acontecesse, ficamos magoados e machucados internamente, e com o desenrolar de tudo, que nos leva para uma situação de maior conforto, não percebemos que o sofrimento que passamos lá atrás foi necessário para o resultado final.
A vida nem sempre respeita margens.
E não é por que eu a encontrei que desde então ela não me abandonou. Longe disso.
A felicidade não é plena, ninguém consegue viver só sorrindo, sem nenhum problema, com o coração organizado e sadio o tempo todo.
E cá entre nós, viver sem problemas às vezes entedia.
A felicidade é fruto da conquista diária, de conseguir superar cada obstáculo e poder fechar os olhos aliviados, lembrando que o ciclo encerrou - se (de uma boa ou má maneira, mas encerrou - se).
Porque em grande parte das vezes, quando as coisas acabam de um jeito que não gostaríamos que acontecesse, ficamos magoados e machucados internamente, e com o desenrolar de tudo, que nos leva para uma situação de maior conforto, não percebemos que o sofrimento que passamos lá atrás foi necessário para o resultado final.
A vida nem sempre respeita margens.
domingo, 19 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
De olhos bem abertos...
"E eu sentia uma pontada de loucura quando pensava no quanto gostava de atravessar faixas de pedestres lotadas.
Ali - no clássico preto e branco - tantas vidas interceptavam - se...
Pessoas de mais variados nomes, gostos, rostos, formas, problemas e etnias.
Pessoas que por algum motivo faziam uso do seu direito de ir e vir num dia que poderia ser outro qualquer.
E então eu tentava invadir - lhes a mente.
No que pensavam? Será que tinham muitas preocupações? Quais eram seus destinos?
Ainda haveria esperança de começos ou tristeza de finais em seus corações? Alguém daquele grupo de pedestres alcançou a felicidade?
E a mente por aí vaga por centenas de sentenças...
Quantas pessoas morreram enquanto meus dedos pinotam as teclas que fazem surgir letras em frente a mim? Quantos beijos foram dados? E os bebês, será que pararam de nascer só por que penso em seus nascimentos?
"Que menina tola e com questionamentos tolos!" Conclui agora.
Mas a verdade é que minha mente é um formigueiro e a cada momento, a cada novo sopro de ideia, cenas cinematográficas surgem diante dos meus olhos sem que o mundo possa enxergar.
Minha mãe me chama sonhadora, e talvez eu seja mesmo, por que um mundo sem sonhos deve ser escuro e vazio"
Ali - no clássico preto e branco - tantas vidas interceptavam - se...
Pessoas de mais variados nomes, gostos, rostos, formas, problemas e etnias.
Pessoas que por algum motivo faziam uso do seu direito de ir e vir num dia que poderia ser outro qualquer.
E então eu tentava invadir - lhes a mente.
No que pensavam? Será que tinham muitas preocupações? Quais eram seus destinos?
Ainda haveria esperança de começos ou tristeza de finais em seus corações? Alguém daquele grupo de pedestres alcançou a felicidade?
E a mente por aí vaga por centenas de sentenças...
Quantas pessoas morreram enquanto meus dedos pinotam as teclas que fazem surgir letras em frente a mim? Quantos beijos foram dados? E os bebês, será que pararam de nascer só por que penso em seus nascimentos?
"Que menina tola e com questionamentos tolos!" Conclui agora.
Mas a verdade é que minha mente é um formigueiro e a cada momento, a cada novo sopro de ideia, cenas cinematográficas surgem diante dos meus olhos sem que o mundo possa enxergar.
Minha mãe me chama sonhadora, e talvez eu seja mesmo, por que um mundo sem sonhos deve ser escuro e vazio"
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
Novo Começo.
Não acredito muito nessas balelas de "Ano novo"...
Respeito quem quer acreditar, claro.
O que muda?
As pessoas costumam ser mais simpáticas, reconciliarem - se, mas em breve, estarão falando umas das outras novamente...
Mais um ciclo que vai repetir - se, passando pelo ano novo, seguido pelo carnaval, páscoa, dia das mães, dia dos namorados, são joão, dia dos pais, chegando novamente no natal para que tudo se inicie novamente...
Pra mim, nada mudou desde que me entendo por gente: Toda vez que demarcam Janeiro, começa a agonia de pensar em escola... Sempre foi assim...
Esse pode e vai ser o último ano em que eu vou ter um flash back, pois a faculdade vem ai com tudo (:
Quando fiz uma retrospectiva desse período, pensei que tive um ano imundo, cheio de coisas ruins...
Pensamento totalmente pessimista, cheio de tristeza e pesar...
Refletindo bem com um pensamento de Pollyana, percebe - se a alegria e a beleza está em quem vê e como se vê, na percepção de tudo o que geralmente deixamos passar, que cobrimos com nossa maré de pensamentos negativos.
Meu anos foi maravilhoso, por que:
Eu ganhei um meio irmão: Nicholas Baldocchi.
Ganhei uma irmã: Germana, que me deu de presente um sobrinho, Vinicius.
Tenho uma mãe compreensível, que me ama e relevou tantas coisas que eu fiz e não foram tão legais.
Tenho o melhor pai do mundo, que me amará independentede tudo.
Tenho uma irmã que é incrível, esforçada e me ajuda sempre que pode.
Tenho um cunhado super legal, que me deu de presente um livro de Clarice Lispector (Own!!)
Tenho os dois melhores amigos do mundo que valem por mil: Arthur Caó e Thomas Manzotti.
Dancei muito ao som de Katy Perry sem ao menos saber o que fazia.
Escrevi bastante.
Ganhei de presente o "Umbigobunker?!"
Apesar de um tema rejeitado, pude mostrar pra toda a sala de aula que há beleza até nas coisas mais obscuras da vida...
Ganhei um box de supernatural com as cinco temporadas e comprei as duas primeiras de Gossip Girl (:
Tive o melhor cachorro do mundo por 9 anos.
Percebi que posso me virar sem análise. (Nada contra, Doutora Rita!)
Tenho o melhor cachorro do mundo que me ama muito e está comigo sempre que preciso.
Conheço pessoas doces que quero que estejam comigo para todo o sempre:
Só isso faria um ano incrível, mas eu ainda ganhei sorteios, conheci pessoas que sem sombra de dúvidas estarão cada vez mais presentes na minha vida, e de quebra, pra fechar tudo isso, vou passar a tão comentada 'virada' em Copacabana ao som de David Guetta. Ai eu pergunto: Tá faltando alguma coisa?
Ok, vou precisar rir de quem vai se matar pra pagar um ingresso no show do cara e Recife. Vou assistir de gratuitamente, ok? Hahahahaha'
Claro, perdas aconteceram, mas elas me fazem acreditar que eu serei uma pessoa mais forte e assim poderei focar mais no meus principais objetivos.
Que os deuses do vestibular me ajudem no ano que se segue...
E que eu possa me tornar um alguém melhor, de coração mais pura, que possa amar mais e ser mais compreensível, que julgue menos e seja mais feliz, mesmo que escreva coisas tristes.
Posso até não conseguir a centésima postagem, mas hoje o blog faz um ano de poco frequentamento...
Mas isso não é ruim, pois o blog é uma forma de autoconhecimento, uma busca por melhorias e uma maneira de externar emoções.
Espero que continuem comigo nesse ano que se segue.
Até mais....
Respeito quem quer acreditar, claro.
O que muda?
As pessoas costumam ser mais simpáticas, reconciliarem - se, mas em breve, estarão falando umas das outras novamente...
Mais um ciclo que vai repetir - se, passando pelo ano novo, seguido pelo carnaval, páscoa, dia das mães, dia dos namorados, são joão, dia dos pais, chegando novamente no natal para que tudo se inicie novamente...
Pra mim, nada mudou desde que me entendo por gente: Toda vez que demarcam Janeiro, começa a agonia de pensar em escola... Sempre foi assim...
Esse pode e vai ser o último ano em que eu vou ter um flash back, pois a faculdade vem ai com tudo (:
Quando fiz uma retrospectiva desse período, pensei que tive um ano imundo, cheio de coisas ruins...
Pensamento totalmente pessimista, cheio de tristeza e pesar...
Refletindo bem com um pensamento de Pollyana, percebe - se a alegria e a beleza está em quem vê e como se vê, na percepção de tudo o que geralmente deixamos passar, que cobrimos com nossa maré de pensamentos negativos.
Meu anos foi maravilhoso, por que:
Eu ganhei um meio irmão: Nicholas Baldocchi.
Ganhei uma irmã: Germana, que me deu de presente um sobrinho, Vinicius.
Tenho uma mãe compreensível, que me ama e relevou tantas coisas que eu fiz e não foram tão legais.
Tenho o melhor pai do mundo, que me amará independentede tudo.
Tenho uma irmã que é incrível, esforçada e me ajuda sempre que pode.
Tenho um cunhado super legal, que me deu de presente um livro de Clarice Lispector (Own!!)
Tenho os dois melhores amigos do mundo que valem por mil: Arthur Caó e Thomas Manzotti.
Dancei muito ao som de Katy Perry sem ao menos saber o que fazia.
Escrevi bastante.
Ganhei de presente o "Umbigobunker?!"
Apesar de um tema rejeitado, pude mostrar pra toda a sala de aula que há beleza até nas coisas mais obscuras da vida...
Ganhei um box de supernatural com as cinco temporadas e comprei as duas primeiras de Gossip Girl (:
Tive o melhor cachorro do mundo por 9 anos.
Percebi que posso me virar sem análise. (Nada contra, Doutora Rita!)
Tenho o melhor cachorro do mundo que me ama muito e está comigo sempre que preciso.
Conheço pessoas doces que quero que estejam comigo para todo o sempre:
- Thiago Ciarlini: Meu anjinho da guarda, que consegue me fazer rir e é praticamento o dono dessa birosca aqui, por que se não fosse por ele, eu nunca teria coragem de cirar o -You bleed.
- Jamerson: O baka mais baka que existe, que sempre me faz feliz, consegue acabar com meu juízo, em quem eu amo dar cortada e iludir.
- Pablo: Baka hentai, baka hentai! O melhor conselheiro, ouvinte e falante. Quem tem as melhores conversas e a quem eu posso conta tudo? Com certeza eu posso contar sempre.
- Lígia: A melhor, mais inesquecível, charmosa, fofa amiga que alguém poderia ter. Foram muitas conversas, confissões e choros.
- Erick: Tem o poder de levantar qualquer humor com seu jeito simpático e descolado... Sempre meu Erickito *-*
- Ana Katarina: Apesar da distância, é alguém que eu jamais poderia esquecer. Nossa irmandade cresce cada vez mais e nossa paixão por Biquini nos deixa cada vez mais loucas pelos pulos e berros nos shows.
- Claudio Sampaio: Um alguém além de um professor, que mostrou um lado mais coincidente do que eu poderia imaginar. Um sonhador que ao mesmo tempo mantêm os pés no chão. Alguém que brilha.
- André Clug: O menino que me viciou no Facebook, por que eu só entrava pra ver se ele tinha me cutucado e pra cutucar de volta. Um doce de pessoa, muito kawaii *-* Totalmente apaixonante, minha paixão platônica distante, apesar de pouco conhecer. (Não leia!)
Só isso faria um ano incrível, mas eu ainda ganhei sorteios, conheci pessoas que sem sombra de dúvidas estarão cada vez mais presentes na minha vida, e de quebra, pra fechar tudo isso, vou passar a tão comentada 'virada' em Copacabana ao som de David Guetta. Ai eu pergunto: Tá faltando alguma coisa?
Ok, vou precisar rir de quem vai se matar pra pagar um ingresso no show do cara e Recife. Vou assistir de gratuitamente, ok? Hahahahaha'
Claro, perdas aconteceram, mas elas me fazem acreditar que eu serei uma pessoa mais forte e assim poderei focar mais no meus principais objetivos.
Que os deuses do vestibular me ajudem no ano que se segue...
E que eu possa me tornar um alguém melhor, de coração mais pura, que possa amar mais e ser mais compreensível, que julgue menos e seja mais feliz, mesmo que escreva coisas tristes.
Posso até não conseguir a centésima postagem, mas hoje o blog faz um ano de poco frequentamento...
Mas isso não é ruim, pois o blog é uma forma de autoconhecimento, uma busca por melhorias e uma maneira de externar emoções.
Espero que continuem comigo nesse ano que se segue.
Até mais....
terça-feira, 10 de maio de 2011
My words.
"Tenho dito ultimamente o quanto te amo?
O quanto você me faz bem?
Ou ainda que você é especial pra mim?
Tenho dito ultimamente o quanto você me faz falta?
O quanto seu abraço significa?
Ou ainda o quão apaixonantes são seus beijos?
Tenho falado nos últimos tempos o quanto você é importante em minha vida?
Ou ainda por fazer parte dela?
E por deixar - me fazer parte da sua?
Se eu não tenho dito isso ultimamente é porque eu não consigo achar as palavras adequadas.
Adequadas para expressar uma amor tão lindo, tão perfeito, tão profundo...
Acho que uma das formas que eu poderia fazer isso já que não sou tão boa com as palavras, é através das minhas pequenas denuncias diárias, com olhares e pensamentos, sorrisos disfarçados.
Nunca esqueça que até o fim do mundo, eu sempre te amarei."
P.S.: Texto de autoria própria, em caso de uso para qualquer fim, credite.
O quanto você me faz bem?
Ou ainda que você é especial pra mim?
Tenho dito ultimamente o quanto você me faz falta?
O quanto seu abraço significa?
Ou ainda o quão apaixonantes são seus beijos?
Tenho falado nos últimos tempos o quanto você é importante em minha vida?
Ou ainda por fazer parte dela?
E por deixar - me fazer parte da sua?
Se eu não tenho dito isso ultimamente é porque eu não consigo achar as palavras adequadas.
Adequadas para expressar uma amor tão lindo, tão perfeito, tão profundo...
Acho que uma das formas que eu poderia fazer isso já que não sou tão boa com as palavras, é através das minhas pequenas denuncias diárias, com olhares e pensamentos, sorrisos disfarçados.
Nunca esqueça que até o fim do mundo, eu sempre te amarei."
P.S.: Texto de autoria própria, em caso de uso para qualquer fim, credite.
domingo, 8 de maio de 2011
In Blue.
Todo Azul do Mar.
Composição: Flávio Venturini / Ronaldo Bastos.
Flávio Venturini.
"Foi assim, como ver o mar.
A primeira vez que meus olhos se viram no seu olhar.
Não tive a intenção de me apaixonar.
Mera distração que já era momento de se gostar.
Quando eu dei por mim, nem tentei fugir.
Do visgo que me prendeu dentro do seu olhar.
Quando eu mergulhei no azul do mar, sabia que era amor, e vinha pra ficar.
Daria pra pintar todo azul do céu.
Dava pra encher o universo da vida que eu quis pra mim.
Tudo que eu fiz foi me confessar escravo do seu amor, livre pra amar.
Quando eu mergulhei fundo nesse olhar, fui dono do mar azul, de todo azul do mar..
Foi assim, como ver o mar...
Foi a primeira vez que eu vi o mar...
Onda azul, todo azul do mar...
Daria pra beber todo azul do mar...
Foi quando eu mergulhei no azul do mar..."
Letra Original.
O amor é lindo.
Composição: Flávio Venturini / Ronaldo Bastos.
Flávio Venturini.
"Foi assim, como ver o mar.
A primeira vez que meus olhos se viram no seu olhar.
Não tive a intenção de me apaixonar.
Mera distração que já era momento de se gostar.
Quando eu dei por mim, nem tentei fugir.
Do visgo que me prendeu dentro do seu olhar.
Quando eu mergulhei no azul do mar, sabia que era amor, e vinha pra ficar.
Daria pra pintar todo azul do céu.
Dava pra encher o universo da vida que eu quis pra mim.
Tudo que eu fiz foi me confessar escravo do seu amor, livre pra amar.
Quando eu mergulhei fundo nesse olhar, fui dono do mar azul, de todo azul do mar..
Foi assim, como ver o mar...
Foi a primeira vez que eu vi o mar...
Onda azul, todo azul do mar...
Daria pra beber todo azul do mar...
Foi quando eu mergulhei no azul do mar..."
Letra Original.
O amor é lindo.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Ninguém copia. Ninguém leva. Ninguém divide.
Textos, frases e fragmentos de uma de minhas autoras favoritas (e Brasileira!), além de roteirista da melhor série nacional em minha opinião (Aline) da atualidade: Tati Bernardi.
"(...) Eu nunca vou entender por que a gente volta pra casa querendo ser de alguém, ainda que ainda a gente esteja ao lado do outro. Eu nunca vou entender por que você é exatamente o que eu quero, eu sou exatamente o que você quer, mas as nossas exatidões não funcionam numa conta de mais.
Mas aí, daqui uns dias... você vai me ligar. Querendo tomar aquele café de sempre, querendo me esconder como sempre. Querendo me amar só enquanto você pode vulgarizar esse amor. Me querendo no escuro. E e vou topar. Não por que seja uma idiota, não me dê valor ou não tenha nada melhor pra fazer. Apenas por que você me lembra o mistério da vida. Simplesmente por que é assim que a gente faz com a nossa própria existência: Não entendemos nada, mas continuamos insistindo."
"(...) Me recordei rapidamente de todas as pessoas e coisas que perdi por ainda não estar preparada para elas, ou por ainda ter muita curiosidade de mundo e dificuldade de ser permanente...
Recordei de amigos e parentes distantes, aqueles que eu sempre deixo para depois porque moram muito longe ou acabaram se transformando em pessoas muito diferentes de mim. Sempre penso: "mês que vem faço contato com eles." E se não tiver mês que vem...?"
"(...) Minha vontade é que ele me perguntasse se eu quero um pouco de chá gelado e se eu gostaria de ver um dos seus filmes estirada nas grandes almofadas... Eu mais uma vez me pergunto como é mesmo como se faz a coisa mais profunda do mundo com total superficialidade. Como é que se ama sem amor? Como é que se entrega de dentro de uma prisão? Nunca soube...
...Ainda é cedo e eu preciso de amor. Só um pouquinho de amor...
Quero que ele veja o quanto mudei por causa dele, na esperança que seu riso congelado saia do automático e eu ganhe um único sorriso verdadeiro...
Talvez meu amor tenha aprendido a ser menos amor só para nunca deixar de ser amor."
"(...) Os grande amores são assim mesmo, eles nos dão o caminho da emoção , mas os sentimentos de verdade são apenas nossos, ninguém copia, ninguém leva, ninguém divide.
Eles não sabem fugir para o lado sagrado do peito, eles não sabem dormir num lençol branco e puro e sonhar com tudo o que é bom na vida.
Eles não sabem abraçar um amigo de verdade e encontrar um grande amor."
"(...) Eu nunca aceitei a simplicidade do sentimento. Eu sempre quis entender de onde vinha tanta loucura, tanta emoção. Eu nunca respeitei tanta banalidade, nunca entendi como pude ser tão escrava de uma vida que não me dizia nada, que não me aquietava em nada, não me preenchia, não me planejava, não me findava.
Nós éramos sem começo, sem meio, sem fim, sem solução, sem motivo.
... Não sinto saudade do seu amor. Ele nunca existiu. Nem sei que cara ele teria, nem sei que cheiro ele teria. Não existiu morte para o que nunca nasceu...
...Sinto falta da perdição involuntária que era congelar na tua presença tão insignificante. Era a vida se mostrando mais poderosa do que eu e minhas listas de certo e errado.
Era a natureza me provando ser mais óbvia do que todas as minhas crenças.
Eu não mandava no que sentia por você. Não aceitava. Não queria, e ainda assim era inundada diariamente por uma vida trezentas maior que a minha.
Eu te amava por causa da vida, e não por minha causa. E isso era lindo. Você era lindo.
Simplesmente isso. Você, a pessoa que eu ainda vejo passando no corredor e me levando embora, responsável por todas as minhas manhãs sem esperança, noites sem aconchego, tardes sem beleza...
... Sinto falta de quando a imensa distância ainda não em deixava te ver do outro lado da rua, passando apressado com seus ombros perfeitos.
Sinto falta de lembrar que você me via tanto, mas preferia fazer que não via nada.
Sinto falta da sua tristeza, disfarçada em arrogância, em não dar conta, em não ter nem amor, nem vida, nem saco, nem músculos, nem medo, nem alma suficientes para me reter.
Prometi tentar não entender e apenas sentir. Sentir mais uma vez, sentir apenas a falta de lamber as suas coxas, a pele lisa, o joelho,a nuca, o umbigo, a virilha, as sujeiras.
Sinto falta do mistério que era amar a última pessoa do mundo que eu amaria."
"(...) Amar dói tanto que você fica humilde e olha de verdade para o mundo, mas ao mesmo tempo fica gigante e sente a dor da humanidade inteira. Amar dói tanto que não dói mais, como toda dor que de tão insuportável produz anestesia própria."
"(...) Eu nunca vou entender por que a gente volta pra casa querendo ser de alguém, ainda que ainda a gente esteja ao lado do outro. Eu nunca vou entender por que você é exatamente o que eu quero, eu sou exatamente o que você quer, mas as nossas exatidões não funcionam numa conta de mais.
Mas aí, daqui uns dias... você vai me ligar. Querendo tomar aquele café de sempre, querendo me esconder como sempre. Querendo me amar só enquanto você pode vulgarizar esse amor. Me querendo no escuro. E e vou topar. Não por que seja uma idiota, não me dê valor ou não tenha nada melhor pra fazer. Apenas por que você me lembra o mistério da vida. Simplesmente por que é assim que a gente faz com a nossa própria existência: Não entendemos nada, mas continuamos insistindo."
"(...) Me recordei rapidamente de todas as pessoas e coisas que perdi por ainda não estar preparada para elas, ou por ainda ter muita curiosidade de mundo e dificuldade de ser permanente...
Recordei de amigos e parentes distantes, aqueles que eu sempre deixo para depois porque moram muito longe ou acabaram se transformando em pessoas muito diferentes de mim. Sempre penso: "mês que vem faço contato com eles." E se não tiver mês que vem...?"
"(...) Minha vontade é que ele me perguntasse se eu quero um pouco de chá gelado e se eu gostaria de ver um dos seus filmes estirada nas grandes almofadas... Eu mais uma vez me pergunto como é mesmo como se faz a coisa mais profunda do mundo com total superficialidade. Como é que se ama sem amor? Como é que se entrega de dentro de uma prisão? Nunca soube...
...Ainda é cedo e eu preciso de amor. Só um pouquinho de amor...
Quero que ele veja o quanto mudei por causa dele, na esperança que seu riso congelado saia do automático e eu ganhe um único sorriso verdadeiro...
Talvez meu amor tenha aprendido a ser menos amor só para nunca deixar de ser amor."
"(...) Os grande amores são assim mesmo, eles nos dão o caminho da emoção , mas os sentimentos de verdade são apenas nossos, ninguém copia, ninguém leva, ninguém divide.
Eles não sabem fugir para o lado sagrado do peito, eles não sabem dormir num lençol branco e puro e sonhar com tudo o que é bom na vida.
Eles não sabem abraçar um amigo de verdade e encontrar um grande amor."
"(...) Eu nunca aceitei a simplicidade do sentimento. Eu sempre quis entender de onde vinha tanta loucura, tanta emoção. Eu nunca respeitei tanta banalidade, nunca entendi como pude ser tão escrava de uma vida que não me dizia nada, que não me aquietava em nada, não me preenchia, não me planejava, não me findava.
Nós éramos sem começo, sem meio, sem fim, sem solução, sem motivo.
... Não sinto saudade do seu amor. Ele nunca existiu. Nem sei que cara ele teria, nem sei que cheiro ele teria. Não existiu morte para o que nunca nasceu...
...Sinto falta da perdição involuntária que era congelar na tua presença tão insignificante. Era a vida se mostrando mais poderosa do que eu e minhas listas de certo e errado.
Era a natureza me provando ser mais óbvia do que todas as minhas crenças.
Eu não mandava no que sentia por você. Não aceitava. Não queria, e ainda assim era inundada diariamente por uma vida trezentas maior que a minha.
Eu te amava por causa da vida, e não por minha causa. E isso era lindo. Você era lindo.
Simplesmente isso. Você, a pessoa que eu ainda vejo passando no corredor e me levando embora, responsável por todas as minhas manhãs sem esperança, noites sem aconchego, tardes sem beleza...
... Sinto falta de quando a imensa distância ainda não em deixava te ver do outro lado da rua, passando apressado com seus ombros perfeitos.
Sinto falta de lembrar que você me via tanto, mas preferia fazer que não via nada.
Sinto falta da sua tristeza, disfarçada em arrogância, em não dar conta, em não ter nem amor, nem vida, nem saco, nem músculos, nem medo, nem alma suficientes para me reter.
Prometi tentar não entender e apenas sentir. Sentir mais uma vez, sentir apenas a falta de lamber as suas coxas, a pele lisa, o joelho,a nuca, o umbigo, a virilha, as sujeiras.
Sinto falta do mistério que era amar a última pessoa do mundo que eu amaria."
"(...) Amar dói tanto que você fica humilde e olha de verdade para o mundo, mas ao mesmo tempo fica gigante e sente a dor da humanidade inteira. Amar dói tanto que não dói mais, como toda dor que de tão insuportável produz anestesia própria."
terça-feira, 5 de abril de 2011
Ou apenas suavemente livre...?
"Sim, eu sinto falta...
De quando nossos corpos pulsavam em sincronia.
De onde nossas bocas uniam - se, nossas línguas acariciavam - se e as mãos deslizavam por sobre os corpos desnudos.
Os beijos que percorriam todo trajeto, faziam - no arfar de prazer. Faziam - me satisfeita com sua esplendorosa expressão.
Na glória, com dor, unimo - nos.
Os corações em lugares apropriados.
E então você adentrou meu jardim.
E eu fiz - me suave.
Nossos mundos transbordaram..."
Accidental Babies
Composição: Damien Rice
Damien Rice
"Bem, eu te abracei como um amante.
Mãos felizes.
Seu cotovelo no local apropriado.
E ignoramos nossos outros planos felizes
Por um olhar delicado em seu rosto.
Nossos corpos se movem e se enrijecem,
Machucando partes do seu jardim.
Sem espaço para um perdão,
Em um lugar onde ninguém sabe o que fizemos.
Você goza sempre junto com ele?
E ele é obscuro o bastante?
O bastante para ver sua luz?
Você escova os dentes antes de beijar?
Você sente falta do meu cheiro?
E ele é corajoso o bastante pra ficar com você?
Você sente que está no lugar certo?
Ele te deixa louca ou apenas suavemente livre?
E quanto a mim?
Bem, você me abraçou como uma amante.
Mãos suadas,
E meu pé no local apropriado.
Nós usamos almofadas para esconder glândulas felizes
Na suave introdução da nossa desgraça.
Nossas mentes pressionadas e suspensas,
Enquanto nossa carne desatenta,
Sem espaço para o leve
No fundo de onde bate nossa bateria.
Bem, eu sei que faço você chorar.
Eu sei que, às vezes, você quer morrer,
Mas você se sente realmente viva sem mim?
Se sim, então seja livre.
Se não, deixe - o por mim.
Antes que um de nós tenha bebês acidentais,
Por que estamos apaixonados.
Você goza sempre junto com ele?
Letra Original.
Peço desculpas por não cumprir o que havia prometido por horário de postagens, mas sinto - me pouco entusiasmada pra postar...
De quando nossos corpos pulsavam em sincronia.
De onde nossas bocas uniam - se, nossas línguas acariciavam - se e as mãos deslizavam por sobre os corpos desnudos.
Os beijos que percorriam todo trajeto, faziam - no arfar de prazer. Faziam - me satisfeita com sua esplendorosa expressão.
Na glória, com dor, unimo - nos.
Os corações em lugares apropriados.
E então você adentrou meu jardim.
E eu fiz - me suave.
Nossos mundos transbordaram..."
Accidental Babies
Composição: Damien Rice
Damien Rice
"Bem, eu te abracei como um amante.
Mãos felizes.
Seu cotovelo no local apropriado.
E ignoramos nossos outros planos felizes
Por um olhar delicado em seu rosto.
Nossos corpos se movem e se enrijecem,
Machucando partes do seu jardim.
Sem espaço para um perdão,
Em um lugar onde ninguém sabe o que fizemos.
Você goza sempre junto com ele?
E ele é obscuro o bastante?
O bastante para ver sua luz?
Você escova os dentes antes de beijar?
Você sente falta do meu cheiro?
E ele é corajoso o bastante pra ficar com você?
Você sente que está no lugar certo?
Ele te deixa louca ou apenas suavemente livre?
E quanto a mim?
Bem, você me abraçou como uma amante.
Mãos suadas,
E meu pé no local apropriado.
Nós usamos almofadas para esconder glândulas felizes
Na suave introdução da nossa desgraça.
Nossas mentes pressionadas e suspensas,
Enquanto nossa carne desatenta,
Sem espaço para o leve
No fundo de onde bate nossa bateria.
Bem, eu sei que faço você chorar.
Eu sei que, às vezes, você quer morrer,
Mas você se sente realmente viva sem mim?
Se sim, então seja livre.
Se não, deixe - o por mim.
Antes que um de nós tenha bebês acidentais,
Por que estamos apaixonados.
Você goza sempre junto com ele?
E ele é obscuro o bastante?
O bastante para ver sua luz?
Você escova os dentes antes de beijar?
Você sente falta do meu cheiro?
E ele é corajoso o bastante pra ficar com você?
Você sente que está no lugar certo?
Ele te deixa louca ou apenas suavemente livre?
E quanto a mim?
E quanto a mim?
E quanto a... ?"
Letra Original.
Peço desculpas por não cumprir o que havia prometido por horário de postagens, mas sinto - me pouco entusiasmada pra postar...
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quarta-feira, 16 de março de 2011
Borboletas no estômago.
"Debatem - se em meu estômago sem licença alguma.
Não avisam a chegada ou ao menos pedem estadia.
Apenas chegam e de tudo tomam conta.
A verdade é que não me incomoda.
Eu gosto.
Gosto da sensação do novo, do sabor da surpresa e do inesperado.
Do que é diferente e da súbita esperança que tudo pode mudar completamente ao amanhecer.
Elas, que colidem - se em meu estômago, também fazem - me criar asas.
E isso me mostra flores, cores, risos.
Melhor que antes."
P.S.: Texto de autoria própria, em caso de uso para qualquer fim, credite.
Displicente fui, mas postarei todas as terças, quintas e domingos.
Hoje faz parte de uma sessão extraordinária pelo simples fato de corrigir um erro.
Não avisam a chegada ou ao menos pedem estadia.
Apenas chegam e de tudo tomam conta.
A verdade é que não me incomoda.
Eu gosto.
Gosto da sensação do novo, do sabor da surpresa e do inesperado.
Do que é diferente e da súbita esperança que tudo pode mudar completamente ao amanhecer.
Elas, que colidem - se em meu estômago, também fazem - me criar asas.
E isso me mostra flores, cores, risos.
Melhor que antes."
P.S.: Texto de autoria própria, em caso de uso para qualquer fim, credite.
Displicente fui, mas postarei todas as terças, quintas e domingos.
Hoje faz parte de uma sessão extraordinária pelo simples fato de corrigir um erro.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Ciclo vicioso.
"Às vezes, nem mesmo recuperada das minhas feridas passadas, lá estava eu, posta de novo nesta batalha, na qual entrava feliz e com esperanças, tentando esquecer o final certo que me aguardava."
P.S.: Texto de autoria própria, em caso de uso para qualquer fim, credite.
Frase do dia: "A escuridão encanta - se pela luz justamente por não poder possuí - la"
Bom, adaptando - me à volta às aulas, então irei postar nas quintas - feira, sábados e domingos...
P.S.: Texto de autoria própria, em caso de uso para qualquer fim, credite.
Frase do dia: "A escuridão encanta - se pela luz justamente por não poder possuí - la"
Bom, adaptando - me à volta às aulas, então irei postar nas quintas - feira, sábados e domingos...
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Sem barreiras.
"Da confiança na junção de nossos olhares nasce algo indescritível.
Há dias reflito tentando entender o que sinto pra dizer que é simplesmente amor, seria mais fácil pra mim.
Mas, um dia, aprendi que definir é limitar.
E tentar limitar o que não estabelece limites, é, no mínimo, frustrante.
Sim, frustrante por nunca poder saber a dimensão do que sinto, vejo, sonho...
O que posso fazer apenas é colocar um sorriso no rosto e vestir - me de alegria.
Então sair.
Para todos verem que a felicidade não se define.
Se é.
Ilimitadamente."
P.S.: Texto de autoria própria, em caso de uso para qualquer fim, credite.
Há dias reflito tentando entender o que sinto pra dizer que é simplesmente amor, seria mais fácil pra mim.
Mas, um dia, aprendi que definir é limitar.
E tentar limitar o que não estabelece limites, é, no mínimo, frustrante.
Sim, frustrante por nunca poder saber a dimensão do que sinto, vejo, sonho...
O que posso fazer apenas é colocar um sorriso no rosto e vestir - me de alegria.
Então sair.
Para todos verem que a felicidade não se define.
Se é.
Ilimitadamente."
P.S.: Texto de autoria própria, em caso de uso para qualquer fim, credite.
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