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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Fly away from here.


"Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar." 
-Friedrich Nietzsche

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Just Another...

Começo o post, que provavelmente será bem longo, por que trata - se de um desabafo seguido de música. Não é comum que eu faça um post cheio de imagens, mas não tive como escolher apenas uma, então...
Dias difíceis, com nuvens nebulosas vinham chegando.
Há tempos eu vinha tentando ignorá - los, fingir que era apenas uma má fase e logo passaria, como muita coisa passou durante longos e tortuosos anos, cheios de altos e baixos, mas que no fim, tudo ficava bem...
Sinto dizer que fui surpreendida e atingida por uma onda que acabou por me fazer bater a cabeça e o peito, fazendo com que a trava de segurança que mantem as piores dores que já experimentei exiladas em um compartimento fosse aberta.
Digo que bati ambos por que ainda não consigo identificar a origem do problema, se ele encontra - se concentrado no centro das emoções racionais ou na reserva de sentimentos transtornados.
São dias que trazem consigo uma essência vazia, de sorrisos nos lábios, mas de olhos que não acompanham.
Olhos que, em outras ocasiões foram descritos de forma surpreendente. Que se fecharam ao toque de lábios macios.
Olhos ditos inesquecíveis, mas que simplesmente foram apagados num vislumbre para o outro lado da rua, talvez.
Olhos que hoje despejam dores na sua forma mais pura e concretam, mesmo ainda não estando habilitados a assumirem tal papel.
Agonia, angústia que marcam a pele com longas manchas pretas através das bochechas.


E não adianta questionar mais. É desperdício de tempo. Palavras não podem mudar nada, e nesse caso, nem devem, por que é nítido que a estima depositada sobre mim é zero.
O que me surpreende é que no meio de um marasmo, a ressaca atinge e o barco vira de vez.
Mas temos que lembrar que não podemos passar por cima dos sentimentos de ninguém. 
Calma aí. E os MEUS sentimentos? Eles não contam? 
Eu sou um alien, tive o coração removido ou sou feita de pedra e ninguém me avisou?
A minha maior vontade é quebrar um especifico coração como eu tive o meu retalhado. Porém, como eu não poderia deixar de ser burra, noventa por cento de mim entra em conflito com essa parte vingativa que se aloja na amargura e me impede de pronunciar uma palavra que possa afetar um músculo vivo e pulsante, do qual queria cuidar, mesmo que não fosse de forma direta. 


Mais uma vez conseguiram provar que essa função não pode ser realizada por mim com dignidade.
Por que lágrimas e humilhação tornam a cena mais interessante junto com uma carinha de bravo, diríamos que, irresistível e uma voz carregada de palavras cortantes.
É, só alfinetando mesmo pra poder aliviar tudo o que vive preso e eu tenho vontade de gritar.
E se não quiser falar de vez, vai fazer alguma diferença? Se é que alguma vez chegou a fazer diferença o meu silêncio.
É até melhor, por que até eu sempre achei minha voz estridente e meus assuntos totalmente dispensáveis.
Mas na verdade, ninguém sai mais ferido e machucado que eu, velha soldada nesta batalha de causa perdida, que mesmo assim insiste em enxergar uma minúscula luz no fim de um túnel aparentemente sem fim, entretanto que parece ter apresentado o último ato e sua faceta final.


Disso tudo me sobram gavetas reviradas, na incansável busca de que haja esperança para um futuro em algum lugarzinho, encolhida, toda remendada, tremendo de medo de um coração que insiste em brincar de peteca com a pobre que dizem ser a última a morrer.
E se eu achar, devo jogá - la nos ventos do destino e esperar respostas ou escondê - la entre as mãos e depois procurar um local seguro e aquecido?
Eu simplesmente não sei o que fazer. 
Meu coração me diz pra fazer loucuras, contanto que eu consiga recuperar um tempo que parece estar extinto, enquanto a mente grita para seguir em frente e parar de esmurrar facas,
Eu confio em Deus e sua vontade será cumprida, apenas isso. É o mais coerente.


Às vezes me questiono se terei forças o suficiente para livrar - me, e a resposta ainda vem em forma de não.
Minhas, ou melhor, nossas músicas vão me acompanhar por todos o trajeto.
Todas aquelas que eu não escrevi, mas mesmo assim dediquei a você.
Aquelas que contam histórias tristes de amores impossíveis, aquelas que me levam até você e me fazem sua garota novamente.
Existem também os contos de fadas cantados, que doem e incomodam pelo fato de nunca poder vivê - los...
"Dear God, the only thing I ask of you is to hold him when I'm not around, when it's much too far away..."
Essa música do Avenged Sevenfold representa muito para mim, porém não mais que a que eu vos apresento agora.


Verão após o ensino médio, quando nos conhecemos.
Nos beijamos no seu Mustang, ouvindo Radiohead.
E no meu aniversário de 18 anos, fizemos tatuagens iguais.
Costumávamos roubar licor dos seus pais e subir no telhado.
Falar sobre o futuro como se tivéssemos uma pista.
(Soubéssemos de algo.)
Nunca planejei que um dia eu estaria perdendo você.


Em outra vida, eu seria sua garota.
Nós manteríamos todas as nossas promessas.
Seríamos nós contra o mundo.
Em outra vida, eu faria você ficar.
Então, eu não teria que dizer que você é aquele que se foi.
Aquele que se foi.


Eu era June e você meu Johnny Cash.
Nunca um sem o outro, nós fizemos um pacto.
Às vezes quando eu sinto a sua falta, coloco aquelas músicas para tocar.
Alguém disse que você removeu sua tatuagem.
Te vi no centro, cantando Blues.
É hora de encarar a música: Eu não sou mais sua musa.


Em outra vida, eu seria sua garota.
Nós manteríamos todas as nossas promessas.
Seríamos nós contra o mundo.
Em outra vida, eu faria você ficar.
Então, eu não teria que dizer que você é aquele que se foi.
Aquele que se foi.



Aquele...
Aquele...
Aquele...
Aquele que se foi.


Todo esse dinheiro não pode comprar - me uma máquina do tempo... Não...
Não posso substituí - lo com um milhão de anéis... Não...
Eu deveria ter dito o que você significou para mim...
Mas agora eu pago o preço.


Em outra vida, eu seria sua garota.
Nós manteríamos todas as nossas promessas.
Seríamos nós contra o mundo.
Em outra vida, eu faria você ficar.
Então, eu não teria que dizer que você é aquele que se foi.
Aquele que se foi.


Aquele...
Aquele...
Aquele...


Em outra vida, eu faria você ficar.
Então, eu não teria que dizer que você é aquele que se foi.
Aquele que se foi.


É possível que canções de amor tenham feito toda uma geração sofrer?
Sofremos por que ouvimos as canções ou as canções fazem com que a gente sofra?
Essa música me faz pensar nos "E se..." da vida que deixamos escapar...
Será que a vida que vivemos é aquela que deixamos de ter? Ou é a que o acaso fez questão de nos dar?
Nossas escolhas nos determinam?
O que faríamos se tivéssemos uma máquina do tempo?
Concertaríamos tudo?
Essa música com toda certeza vai fazer com que todos aqueles que já se jogaram nos abismos vertiginosos da paixão e que perderam para a morte do relacionamento (no sentido figurado ou real) se identifiquem.
E Johnny Cash brinda com o blues da tristeza da separação.
Mas nada disso pode ser mudado, por que é só mais uma história que deixou de ser contada.
Mais uma narrativa que poderia ter sido e não foi.


terça-feira, 11 de outubro de 2011

Já Não Sei Como Dizer Que Sinto.

"Éramos partes de um todo.
Juntas, estávamos completas.
Então você se foi...
Fiquei eu, metade que perdeu seu encaixe.
Um ano passou.
A terra tornou a mesma posição que já esteve algum dia.
Dia de dor...
Ainda dou rizadas de nós.
Éramos partes de um todo.
Nossas mãos uniam - se perfeitamente.
Você já não está.
A saudade é o que me envolve agora, que não tenho mais seus abraços.
Mas na memória permanece intocada, como a flor selvagem que é banhada pelo sereno da noite e a luz do luar."


Adriana Nakagawa, imensas saudades. O maior amor, o mais infinito e bonito. 


P.S.: Texto de autoria própria, em caso de uso para qualquer fim, credite.

sábado, 14 de maio de 2011

Entenda.

Alguém em seu lugar
Composição: Jay Vaquer
Jay Vaquer

"Medo. Era medo de errar.
Tarde. Muito tarde pra consertar.
Sem você deixo de ser o que desejo.
Eu não sei reconhecer o que não vejo.
Não vou fabricar alguém pro seu lugar.
Cedo. Muito cedo pra provar outras cores, novos planos.
Sonhos, dores. Desenganos.
Sem você, perco meu prumo, rumo, norte.
Sim, eu sei, devo contar com a minha sorte e não procurar alguém pro seu lugar.
Explode em silêncio a frase pronta que você lançou:
"O tempo sempre cura toda e qualquer dor de amor."
Sem você, perco meu ponto de partida.
Sim, eu sei, resta tentar tocar a vida, mas não haverá alguém em seu lugar."


Letra Original.

terça-feira, 10 de maio de 2011

My words.

"Tenho dito ultimamente o quanto te amo?
O quanto você me faz bem?
Ou ainda que você é especial pra mim?
Tenho dito ultimamente o quanto você me faz falta?
O quanto seu abraço significa?
Ou ainda o quão apaixonantes são seus beijos?
Tenho falado nos últimos tempos o quanto você é importante em minha vida?
Ou ainda por fazer parte dela?
E por deixar - me fazer parte da sua?
Se eu não tenho dito isso ultimamente é porque eu não consigo achar as palavras adequadas.
Adequadas para expressar uma amor tão lindo, tão perfeito, tão profundo...
Acho que uma das formas que eu poderia fazer isso já que não sou tão boa com as palavras, é através das minhas pequenas denuncias diárias, com olhares e pensamentos, sorrisos disfarçados.
Nunca esqueça que até o fim do mundo, eu sempre te amarei."


P.S.: Texto de autoria própria, em caso de uso para qualquer fim, credite.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Mirror.

Beautiful Disaster
Compositor: Jon McLaughlin
Jon McLaughlin

"Ela ama a limonada da sua mãe.
Odeia os sons que fazem a despedida.
Ela reza para que um dia ache alguém que precise dela.
Ela jura que não há diferença nenhuma entre mentiras e elogios. 
É tudo a mesma coisa se alguém a deixa.
E cada revista diz que ela não é boa o suficiente.
As fotos que ela vê a fazem chorar.
Ela mudaria tudo. Tudo.
Apenas pergunte a ela.
Presa entre o belo desastre.
Ela precisa apenas de alguém que a leve para casa.
Ela está dando para os garotos o que eles querem.
Tentando agir tão indiferentemente.
Com medo de ver que ela perdeu sua direção.
Ela nunca permanece a mesma por muito tempo.
Supondo que ela vai errar.
Perfeita apenas em sua imperfeição
Ela não é a rainha do drama.
Ela não quer se sentir deste jeito.
Apenas 16 e cansada. Sim.
Ela mudaria tudo para: "Felizes para sempre".
Presa entre o belo desastre.
Ela precisa apenas de alguém que a leve para casa.
Ela é apenas do jeito que é.
Mas ninguém a falou que assim está bem.
Ela mudaria tudo. Tudo.
Apenas pergunte a ela.
Presa entre o belo desastre.
Ela mudaria tudo para: "Felizes para sempre".
Presa entre o belo desastre.
Ela precisa apenas de alguém que a leve para casa.
Ela precisa apenas de alguém que a leve para casa."

Presa em um belo desastre... É onde estou.
Talvez ele não seja tão belo assim, mas não menos desastroso.



quinta-feira, 7 de abril de 2011

Complexo.

"Eles se amam.
Todo mundo sabe, mas ninguém acredita...
Não conseguem ficar juntos.
Simples.
Complexo.
Quase impossível.
Ele continua vivendo sua vidinha idealizada e ela continua idealizando sua vidinha...
Alguns dizem que isso jamais daria certo.
Outros dizem que foram feitos um para o outro.
Eles preferem não dizer nada...
Preferem meias palavras e milhares de coisas não ditas.
Ela quer atitudes, ele quer ela.
Todas as noites, ela pensa nele.
Todas as manhãs, ele pensa nela.
E assim vão vivendo, até que a vontade de estar com o outro for maior que os outros.
Enquanto o mundo vive lá fora, dentro de casa, um tem um pedaço do outro.
E mesmo sorrindo por ai, cada um sabe a falta que o outro faz.
Nunca mais se viram.
Nunca mais se tocaram.
E nunca mais serão os mesmos...
É fácil por que os dias passam rápidos demais.
É difícil por que o sentimento fica.
Permanece e vai ficando dentro deles.
E todos os dias eles se perguntam o que fazer.
E imaginam abraços...
As noites com dores nas costas, esquecida pelo primeiro sorriso do outro...
E que no momento certo se reencontrem e que nada, nada seja por acaso."


Tati Bernardi.


Bom, acho que talvez poste mais.
Divulgando Twitter

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Sei?

Coisas que eu sei
Danni Carlos
Composição: Dudu Falcão

"Eu quero ficar perto de tudo que acho certo,
Até o dia em que eu mudar de opinião.
A minha experiência, 
meu pacto com a ciência.
Meu conhecimento é minha distração.
Coisas que eu sei,
Eu adivinho sem ninguém ter me contado.
Coisas que eu sei.
O meu rádio relógio mostra o tempo errado.
Aperte o Play...
Eu gosto do meu quarto, 
Do meu desarrumado.
Ninguém sabe mexer na minha confusão.
É o meu ponto de vista, não aceito turistas.
Meu mundo tá fechado pra visitação.
Coisas que eu sei...
O medo mora perto das ideias loucas.
Se eu for, eu vou assim,
Não vou trocar de roupa.
É minha lei...
Eu corto os meus dobrados,
Acerto os meus pecados.
Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei.
Eu vejo filme em pausas,
Eu imagino casas...
Depois eu já nem lembro do que eu desenhei.
Coisas que eu sei...
Não guardo mais agendas no meu celular.
Coisas que eu sei...
Eu compro aparelhos que eu não sei usar. 
Eu já comprei...
às vezes dá preguiça,
Na areia movediça.
Quanto mais eu mexo, mas afundo em mim.
Eu moro num cenário.
Do lado imaginário.
Eu entro e saio sempre quando tô afim...
Coisas que eu sei...
As noites ficam claras no raiar do dia...
Coisas que eu sei...
São coisas que antes eu somente não sabia.
Coisas que eu sei...
As noites ficam claras no raiar do dia...
Coisas que eu sei...
São coisas que antes eu somente não sabia.
Agora eu sei...
Agora eu sei...
Agora eu sei...
Agora eu sei...
Agora eu sei...
Agora eu sei...
Eu sei..."


Letra Original.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Los versos más tristes.

"Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Escrever, por exemplo:
'A noite está fria, e tiritam, azuis, os astros à distância.
Gira o vento da noite pelo céu e canta.'
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Eu a quis, e, por vezes, ela também me quis.
Em noites como esta, apertei - a em meus braços.
Beijei - a tantas vezes sob o céu infinito.
Ela me quis, e, às vezes, ela também me queria.
Como não ter amado seus grandes olhos fixos?
Posso escrever os versos mais lindos esta noite.
Pensar que não a tenho.
Senti que já a perdi.
Ouvir a noite imensa, mais profunda, sem ela.
E cai o verso na alma como orvalho no trigo.
Que importa, se não pode o meu amor guardá - la?
A noite está estrelada e ela não está comigo.
Isto é tudo.
À distância, alguém canta. À distância.
Minha alma se exaspera por havê - la perdido.
Para tê - la mais perto, meu olhar a procura.
Meu coração procura - a.
Ela não está comigo.
A mesma noite faz brancas as mesmas árvores.
Já não somos os mesmos que antes havíamos sido.
Já não a quero, é certo.
Porém, quanto a queria.
A minha voz no vento ia tocar - lhe o ouvido.
De outro. Será de outro.
Como antes de meus beijos.
Sua voz. Seu corpo claro. Seus olhos infinitos.
Já não a quero, é certo.
Porém, talvez a queira.
Ah! É tão curto o amor, tão demorado o olvido.
Por que em noites como esta,
Eu a apertei em meus braços.
Minha alma se exaspera por havê - la perdido.
Mesmo que seja a última esta dor que me causa, 
E estes versos os últimos que eu lhe tenha escrito."
(Pablo Neruda)

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Metade Oriental - Amigos também dizem 'Te Amo'.

Saudade é pouco, o que eu sinto ainda não tem nome.
Você se foi a menos de três meses e eu me sinto destruída.
Sinto tanto sua falta nas coisas mais simples...
No pôr do sol que costumávamos olhar juntas...
Nas coreografias...
Nas músicas que eram só nossas...
Conversas, confidências, brincadeiras...
Ai bate esse sentimento opressivo...
Essa coisa que nem tem nome, mas maltrata, machuca, atormenta.
A única certeza que eu tenho hoje é a que eu te amo, minha florzinha de cerejeira.

"Sorrindo.
Esmeraldas comprimidas.
Florescendo sempre no meu coração, Sakura."

Aonde quer que você esteja, saiba que eu sinto sua falta sempre e recordo - me de você todos as manhãs quando vejo nossas fotos que ainda estão arrumadas do jeito que você deixou.
Uma pessoa que nunca imaginei precisar... Mas hoje mal sobrevivo sem...

sábado, 1 de janeiro de 2011

Carpe Noctem.

"Cada minuto que passa pode ser tudo o que me resta para viver, mas eu desperdiço o tempo com se ele fosse infinito.
Penso... E logo sei que existir é uma circunstância"

Aproveite a noite, desprenda - se das coisas habituais e busque o novo.
Faça hoje o que você pensou em deixar para amanhã.
Muitas vezes pensamos que temos todo tempo do mundo, mas a cada segundo que se passa, eu sinto a morte mais perto de mim.
Lute! Lute como se fosse a última batalha.
E se esse for o seu ideal, nunca se dê por vencido.
Se as pessoas desistissem do que acreditam, o mundo não seria esse que conhecemos.
E se grandes líderes como Mandela, Luther King e Che Guevara tivessem desistido de seus ideais?
E se os jovens que enfrentaram o período da ditadura brasileira se conformassem e fossem pra casa viver suas vidinhas dentro da opressão ao invés de ir às ruas lutar?
Levante e vá! Agarre as oportunidades. Não olhe pra trás e vá, respire fundo.
As oportunidades surgem pra quem as procura, não pra quem as espera sentado.
E viver de expectativas é atormentador.
O 'e' e o 'se' são palavras inofensivas. Mas se postas lado a lado em uma frase, tornam - se torturantes...
E se..., e se...., e se...
Mesmo que você erre, mesmo que você tropece, você poderá se orgulhar dizendo que tentou!


"Acredite, o túnel pode acabar. 
Acredite, seu corpo pode se recuperar.
Eu sei que você pode conseguir.
Porque eu acredito em você.
Então levante e vamos à luta.
Vamos fazer ficar tudo bem.
Vá e tente.
Dê tudo o que você tem.
Eu sei não é fácil, é difícil.
Não, nem sempre é belo" 
(Go - Boys Like Girls)




Então, já que tudo que era preciso já foi dito, eu me vou por hoje.
Carpe Noctem. (aproveite a noite, em latim)
Xoxo