Hoje, debutamos a morte de Renato Russo.
15 anos sem um dos maiores poetas da música nacional.
A legião cresce. A cada geração surgem mais e mais adeptos.
E enquanto houver um "legionário", enquanto aqueles três famosos acordes forem reproduzidos, enquanto a voz do Russo ecoar, a chama de uma Geração Coca - Cola permanecerá acesa.
Tempo Perdido.
Composição: Renato Russo
Legião Urbana.
"Todos os dias quando acordo,
Não tenho mais o tempo que passou.
Mas tenho muito tempo.
Temos todo tempo do mundo...
Todos os dias, antes de dormir,
Lembro e esqueço como foi o dia.
Sempre em frente...
Não temos tempo a perder...
Nosso suor sagrado é bem mais belo
Que esse sangue amargo.
E tão sério.
E selvagem! Selvagem!
Selvagem...!
Veja o sol dessa manhã tão cinza.
A tempestade que chega é da cor dos teus olhos...
Castanhos!
Então me abraça forte,
E diz mais uma vez que já estamos...
Distantes de tudo!
Temos nosso próprio tempo...
Temos nosso próprio tempo...
Temos nosso próprio tempo...
Não tenho medo do escuro,
Mas deixe as luzes
Acesas agora.
O que foi escondido,
É o que se escondeu.
E o que foi prometido,
Ninguém prometeu.
Nem foi tempo perdido...
Somos tão jovens...
Tão jovens...
Tão jovens...!"
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terça-feira, 11 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Sobre a Morte IV.
Chega ao fim agora, o longo monólogo mortífero...
Confesso que sentirei falta...
Todavia, para haver mais o que postar, basta escrever!
Chegamos aos 2.000 acessos!
Obrigado à todos que visitam o You bleed. Vocês que tiram o blog da inércia.
Ok, vamos para a quarta e última questão:
4. O que é mais importante: A liberdade ou a preservação da vida?
R."Um flash e vai!
Desafie e sofrerá as consequências.
A morte é iminente, mas estará, enfim, livre.
Esperar.
Mais um dia alimentando a esperança de que todas as correntes que rodeiam meu corpo cairão.
O sofrimento que acaba - se com o fim da luz nos olhos, ou a espera reconfortante que dias melhores virão poderá afastar todo desejo quase que pelo próprio sangue?"
Atenção: Tudo que diz respeito ao "especial sobre a morte" foi escrito por mim, e sendo assim, todos os direitos me são reservados. Em caso de cópia, atribua os devidos créditos.
Confesso que sentirei falta...
Todavia, para haver mais o que postar, basta escrever!
Chegamos aos 2.000 acessos!
Obrigado à todos que visitam o You bleed. Vocês que tiram o blog da inércia.
Ok, vamos para a quarta e última questão:
4. O que é mais importante: A liberdade ou a preservação da vida?
R."Um flash e vai!
Desafie e sofrerá as consequências.
A morte é iminente, mas estará, enfim, livre.
Esperar.
Mais um dia alimentando a esperança de que todas as correntes que rodeiam meu corpo cairão.
O sofrimento que acaba - se com o fim da luz nos olhos, ou a espera reconfortante que dias melhores virão poderá afastar todo desejo quase que pelo próprio sangue?"
Atenção: Tudo que diz respeito ao "especial sobre a morte" foi escrito por mim, e sendo assim, todos os direitos me são reservados. Em caso de cópia, atribua os devidos créditos.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
A Ponte do Arco - Íris
Hoje é dia de São Francisco de Assis - Protetor dos animais.
Decidi homenagear aquele que é muito presente e importante pra mim...
Aquele do qual sinto saudade todos os dias, desde o momento que acordo, até quando vou dormir.
O que invade meus sonhos, trazendo consigo as lembranças mais lindas, dos dias mais incríveis e maravilhosos da minha vida.
Sinto tanta falta... Do seu pelo preto e lustroso. Do seu jeito bandoleiro. Da nossa forte ligação.
Até de todos os cuidados necessários sinto saudades...
Daquelas patinhas traseiras, do focinho molhado, das brincadeiras...
Os nove anos passaram como nove meses...
Nove meses de gestação de um filho. Meu filho.
Mas ele partiu... E levou consigo metade de meu coração.
Os pequenos detalhes me mostram meu Nick...
Em algumas situações penso que ouço seus latidos...
Mas como animal especial que é, tenho certeza que está no céu, resplandecendo.
A estrela mais brilhante.
Pego - me aos prantos, quando bate um aperto opressor no peito, dilacerando tudo que há por dentro.
E quando isso ocorre, imagino - o com aquele olhar cativante, as orelhas levantadas (da maneira que se apresenta na foto) e dizendo - me: (sim, por que nós conversávamos) "Mamãe, larga de ser besta, eu tô bem."
E sempre me vejo a responder: "Eu sei, meu amor. Mamãe te ama e sente sua falta..."
E sente muito sua falta. Daria tudo pra te ter de volta...
A ponte do Arco - Íris:
"Nesse lado do paraíso existe um lugar chamado 'Ponte do Arco - Íris'.
Quando um animal morre, aqueles que foram especialmente queridos por alguém, vai para a ponte do arco - íris.
Lá existem campos e colinas para todos os nossos amigos especiais, pois assim, eles podem correr e brincar juntos.
Lá existe abundância de comida, água e raios de sol. Nossos amigos estão sempre aquecidos e confortáveis.
Todos animais que já ficaram doentes e velhinhos estão renovados com saúde e rigor.
Aqueles que foram machucados ou mutilados, estão perfeitos e fortes novamente, exatamente como nós nos lembramos deles em nossos sonhos, dos dias que já se foram.
Os animais estão felizes e alegres, exceto por uma coisinha: Cada um deles sente saudades de alguém muito especial, alguém que foi deixado para trás.
Todos eles correm e brincam juntos, mas chega um dia quando um deles para de repente e olha fixo na distância.
Seus olhos brilhantes estão atentos.
Seu corpo impaciente começa a tremer lentamente.
De repente, ele se separa do grupo, voando sobre a grama verde, mais e mais rápido.
Você foi visto. E quando você e seu amigo especial finalmente se encontrarem, ficarão unidos num reencontro de alegria, para nunca mais se separar.
Os beijos de felicidade vão chover em sua face.
Suas mão novamente vão acariciar a tão amada cabecinha, e você vai olhar mais uma vez dentro daqueles olhinhos cheios de confiança, que há muito tempo haviam partido de sua vida, mas que nunca haviam se ausentado de seu coração.
Então, vocês, juntos, cruzarão a ponte do Arco - Íris."
Fonte: Capelinha de São Francisco - Memorial dos Pets.
Hoje, o que me faz erguer a cabeça é Billy, meu presente que foi ficando aqui em casa na lei da força mesmo, mas que hoje me faz dar um passo de cada vez.
Ele me dá forças...
Eu o amo, e tenho certeza que seu irmão, onde quer que esteja, também o ama profundamente.
E nós dois nunca o esqueceremos.
Decidi homenagear aquele que é muito presente e importante pra mim...
Aquele do qual sinto saudade todos os dias, desde o momento que acordo, até quando vou dormir.
O que invade meus sonhos, trazendo consigo as lembranças mais lindas, dos dias mais incríveis e maravilhosos da minha vida.
Sinto tanta falta... Do seu pelo preto e lustroso. Do seu jeito bandoleiro. Da nossa forte ligação.
Até de todos os cuidados necessários sinto saudades...
Daquelas patinhas traseiras, do focinho molhado, das brincadeiras...
Os nove anos passaram como nove meses...
Nove meses de gestação de um filho. Meu filho.
Mas ele partiu... E levou consigo metade de meu coração.
Os pequenos detalhes me mostram meu Nick...
Em algumas situações penso que ouço seus latidos...
Mas como animal especial que é, tenho certeza que está no céu, resplandecendo.
A estrela mais brilhante.
Pego - me aos prantos, quando bate um aperto opressor no peito, dilacerando tudo que há por dentro.
E quando isso ocorre, imagino - o com aquele olhar cativante, as orelhas levantadas (da maneira que se apresenta na foto) e dizendo - me: (sim, por que nós conversávamos) "Mamãe, larga de ser besta, eu tô bem."
E sempre me vejo a responder: "Eu sei, meu amor. Mamãe te ama e sente sua falta..."
E sente muito sua falta. Daria tudo pra te ter de volta...
A ponte do Arco - Íris:
"Nesse lado do paraíso existe um lugar chamado 'Ponte do Arco - Íris'.
Quando um animal morre, aqueles que foram especialmente queridos por alguém, vai para a ponte do arco - íris.
Lá existem campos e colinas para todos os nossos amigos especiais, pois assim, eles podem correr e brincar juntos.
Lá existe abundância de comida, água e raios de sol. Nossos amigos estão sempre aquecidos e confortáveis.
Todos animais que já ficaram doentes e velhinhos estão renovados com saúde e rigor.
Aqueles que foram machucados ou mutilados, estão perfeitos e fortes novamente, exatamente como nós nos lembramos deles em nossos sonhos, dos dias que já se foram.
Os animais estão felizes e alegres, exceto por uma coisinha: Cada um deles sente saudades de alguém muito especial, alguém que foi deixado para trás.
Todos eles correm e brincam juntos, mas chega um dia quando um deles para de repente e olha fixo na distância.
Seus olhos brilhantes estão atentos.
Seu corpo impaciente começa a tremer lentamente.
De repente, ele se separa do grupo, voando sobre a grama verde, mais e mais rápido.
Você foi visto. E quando você e seu amigo especial finalmente se encontrarem, ficarão unidos num reencontro de alegria, para nunca mais se separar.
Os beijos de felicidade vão chover em sua face.
Suas mão novamente vão acariciar a tão amada cabecinha, e você vai olhar mais uma vez dentro daqueles olhinhos cheios de confiança, que há muito tempo haviam partido de sua vida, mas que nunca haviam se ausentado de seu coração.
Então, vocês, juntos, cruzarão a ponte do Arco - Íris."
Fonte: Capelinha de São Francisco - Memorial dos Pets.
Hoje, o que me faz erguer a cabeça é Billy, meu presente que foi ficando aqui em casa na lei da força mesmo, mas que hoje me faz dar um passo de cada vez.
Ele me dá forças...
Eu o amo, e tenho certeza que seu irmão, onde quer que esteja, também o ama profundamente.
E nós dois nunca o esqueceremos.
Sobre a Morte III.
É, chegou o momento mais esperado da semana! (Perdões pelos dois dias que eu 'furei' aqui...)
A terceira pergunta vem ai:
3. Suicídio: Coragem ou covardia?
R. "Uma bala na cabeça. Overdose. Uma corda no pescoço. Fuga, fuga!
Quem vai julgar? Quem?
A saída mais próxima. Rota de escape.
É um crime impagável.
Mas é crime?
É coragem apontar para si e puxar o gatilho?
É covardia não enfrentar o que lhe espera atrás das barreiras da sua mente?
O corpo que tomba, está livre agora.
Nenhuma dor o atinge mais...
Pra quem fica? O sofrer...
Egoísmo?
Não pensou em pai, mãe, cachorro, avós, periquito, papagaio...
Apenas exterminou todos seus demônios de uma vez só.
Não há mais a luz do dia.
Condenado a escuridão.
Algo após que perdoe os pecados?
Há pecados?
E os motivos?
Acabou...
Foi com quem mais não está..."
E o terceiro capítulo dessa trama se foi.
Vamos só explicar as duas frases em negrito.
Não meus queridos, eu não quis dizer que você vai pro inferno, nem quis ser irônica. Eu só disse que como você morreu, não pode enxergar mais o sol. (Não com esse corpo físico, com o qual estamos acostumados.)
Bom, isso era tudo, só pra não deixar dúvidas.
Deixo bem claro também que não faço apologia a morte, suicídio ou a qualquer outra coisa parecida, e isso é apenas a exposição de um ponto de vista, bem imparcial, diga - se de passagem...
A terceira pergunta vem ai:
3. Suicídio: Coragem ou covardia?
R. "Uma bala na cabeça. Overdose. Uma corda no pescoço. Fuga, fuga!
Quem vai julgar? Quem?
A saída mais próxima. Rota de escape.
É um crime impagável.
Mas é crime?
É coragem apontar para si e puxar o gatilho?
É covardia não enfrentar o que lhe espera atrás das barreiras da sua mente?
O corpo que tomba, está livre agora.
Nenhuma dor o atinge mais...
Pra quem fica? O sofrer...
Egoísmo?
Não pensou em pai, mãe, cachorro, avós, periquito, papagaio...
Apenas exterminou todos seus demônios de uma vez só.
Não há mais a luz do dia.
Condenado a escuridão.
Algo após que perdoe os pecados?
Há pecados?
E os motivos?
Acabou...
Foi com quem mais não está..."
E o terceiro capítulo dessa trama se foi.
Vamos só explicar as duas frases em negrito.
Não meus queridos, eu não quis dizer que você vai pro inferno, nem quis ser irônica. Eu só disse que como você morreu, não pode enxergar mais o sol. (Não com esse corpo físico, com o qual estamos acostumados.)
Bom, isso era tudo, só pra não deixar dúvidas.
Deixo bem claro também que não faço apologia a morte, suicídio ou a qualquer outra coisa parecida, e isso é apenas a exposição de um ponto de vista, bem imparcial, diga - se de passagem...
sábado, 1 de outubro de 2011
Sobre a Morte II.
Voltando com as questões filosóficas "Bibiistas" ou "Beatriziistas", como preferir. I'm not a normal person, ok.
Sem mais enrolações, por que o que realmente interessa é a resposta de grande importância para a humanidade:
(Como se eu realmente pudesse responder...)
2° Para onde vamos depois da morte? O que te garante isso?
R. "Como lugar certo, dentro de um caixão, com os tão ditos 'sete palmos' acima de mim. (Na verdade, gostaria de ter meu corpo doado à Universidade Federal de Pernambuco, mas isso é assunto pra depois...)
Conceitos de vida pós morte são encontrados em qualquer esquina. Mas e a vida? O que é viver? Voltando ao ponto da questão anterior, essa é a forma de vida que nós conhecemos? Talvez haja algo além de nós, planos mais 'evoluídos', e viver seja peregrinar entre eles.
Podemos ser únicos, e a morte apenas o fim.
Da mesma forma que nossos atos 'terrenos' possam ser julgados para que nós sejamos destinados a um lugar melhor ou pior.
E por que não estar no céu? Ou no inferno?
Mas quem faz o céu e o inferno? Seríamos nós mesmos?
Nada, nada me garante.
Hoje estou aqui. Amanhã? Quem sabe...?"
É isso, meus peregrinos, amanhã teremos a terceira e penúltima parte!
Sem mais enrolações, por que o que realmente interessa é a resposta de grande importância para a humanidade:
(
2° Para onde vamos depois da morte? O que te garante isso?
R. "Como lugar certo, dentro de um caixão, com os tão ditos 'sete palmos' acima de mim. (Na verdade, gostaria de ter meu corpo doado à Universidade Federal de Pernambuco, mas isso é assunto pra depois...)
Conceitos de vida pós morte são encontrados em qualquer esquina. Mas e a vida? O que é viver? Voltando ao ponto da questão anterior, essa é a forma de vida que nós conhecemos? Talvez haja algo além de nós, planos mais 'evoluídos', e viver seja peregrinar entre eles.
Podemos ser únicos, e a morte apenas o fim.
Da mesma forma que nossos atos 'terrenos' possam ser julgados para que nós sejamos destinados a um lugar melhor ou pior.
E por que não estar no céu? Ou no inferno?
Mas quem faz o céu e o inferno? Seríamos nós mesmos?
Nada, nada me garante.
Hoje estou aqui. Amanhã? Quem sabe...?"
É isso, meus peregrinos, amanhã teremos a terceira e penúltima parte!
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Sobre a Morte.
Considerações sobre a morte de uma semana atrás.
'Provinha' de filosofia que o querido professorDurvalino Durval nos mandou fazer.
O objetivo era responder as questões de acordo com sua opinião e também de acordo com os pensamentos de grandes filósofos.Nós já havíamos realizado um trabalho e tivemos duas semanas de aula sobre o tema.
Eu, como exímia estudante e grande filosofa que sou, resolvi responder de acordo com minhas próprias dimensões.Na verdade, grande amostrada e não foram respostas, creio que sim mais questionamentos.
Essa saga sobre a morte será composta de 4 (quatro) perguntas.
Vamos lá para a primeiríssima!
1º O que é a morte?
R- "O que é a morte? O que é morrer? Quando realmente morremos? Quando paramos de respirar, talvez...? O que te dá a certeza de que não passamos de seres que já se foram?
A verdade é que esta morte que conhecemos, movimenta o mundo.
Essa morte "bonitinha" de funerais e caixões, dá vazão a vários setores econômicos, diria até globais.
Não seria exagero dizer que a morte faz, propriamente, a vida.
Somos construídos e nos edificamos por entre a ébria fumaça fúnebre.
Temos aquela consciência despertada no além do desespero, quando nos deparamos com faces pálidas envoltas por flores, e pensamos na futura deterioração do corpo que conhecemos e nos momentos que jamais voltarão a ser compartilhados.
A morte entre quem fica é algo passageiro.
Os dias passam e o conforto invade a memória.
Você recorda em algumas situações, apenas, e ainda assim, de forma bem amena.
Não se inspira a morte. E seria enlouquecedor fazê - lo.
A morte é como aquele filme, que às vezes acabamos por rever."
E a minha epopeia mortal continua...
'Provinha' de filosofia que o querido professor
O objetivo era responder as questões de acordo com sua opinião e também de acordo com os pensamentos de grandes filósofos.
Eu, como exímia estudante e grande filosofa que sou, resolvi responder de acordo com minhas próprias dimensões.
Essa saga sobre a morte será composta de 4 (quatro) perguntas.
Vamos lá para a primeiríssima!
1º O que é a morte?
R- "O que é a morte? O que é morrer? Quando realmente morremos? Quando paramos de respirar, talvez...? O que te dá a certeza de que não passamos de seres que já se foram?
A verdade é que esta morte que conhecemos, movimenta o mundo.
Essa morte "bonitinha" de funerais e caixões, dá vazão a vários setores econômicos, diria até globais.
Não seria exagero dizer que a morte faz, propriamente, a vida.
Somos construídos e nos edificamos por entre a ébria fumaça fúnebre.
Temos aquela consciência despertada no além do desespero, quando nos deparamos com faces pálidas envoltas por flores, e pensamos na futura deterioração do corpo que conhecemos e nos momentos que jamais voltarão a ser compartilhados.
A morte entre quem fica é algo passageiro.
Os dias passam e o conforto invade a memória.
Você recorda em algumas situações, apenas, e ainda assim, de forma bem amena.
Não se inspira a morte. E seria enlouquecedor fazê - lo.
A morte é como aquele filme, que às vezes acabamos por rever."
E a minha epopeia mortal continua...
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
A maior dor do mundo.
É com a dor de uma mãe que perde um filho que eu vos digo que meu Nick, meu pequeno bebê que estava com cinomose, se foi.
Engraçado é que, quando nós nos dispomos a cuidar de um animal, seja a espécie que for, nunca pensamos como será quando ele partir.
Meu coração está inflamado...
Perdi meu bem mais precioso, pelo qual daria minha vida sem pensar duas vezes.
Nove anos.
Esse foi nosso tempo.
Os meus sete, um mês dele. Nossos anos de glória.
Tantos sorrisos, tantas lágrimas e consolos, brincadeiras.
Esse foi meu Nick.
Nós fomos fortes contra essa doença.
Ele foi forte.
Sei que queria viver, e aguentou até o último segundo.
Eu me orgulho de ter tido o previlégio de tê - lo ao meu lado por tanto tempo.
As ondas de dor hoje me atingem, e eu só quero que ele saiba, que eu o amo e faria tudo que pudesse fazer para salvá - lo.
E que quando ele se foi, parte de mim me abandonou, deixando um vazio que jamais será preenchido.
Meu primeiro grande amor, aquele que eu sei que jamais me abandonaria, se foi...
Não existe consolo, não existe paz para mim.
Pra sempre o vazio da felicidade que não existe mais.
Foram os melhores quase nove anos da minha vida.
Você também foi embora cedo demais.
Vá com os anjos, vá em paz.
E eu fico aqui, com minha dor.
Only Human
K (Key)
Composição: K (Key)
"Na margem do outro lado da tristeza,
Dizem que se encontra um sorriso...
Na margem do outro lado da tristeza,
Dizem que se encontra um sorriso...
Quando chegarmos lá,
O que será que nos espera?
Naquele dia distante,
Parti para uma viagem.
Em busca de um sonho,
E não para fugir.
Se eu enxergasse o amanhã,
Não estaria suspirando.
Como um barco contra a correnteza,
Agora siga em frente.
No lugar onde termina o sofrimento,
Dizem que a felicidade nos espera.
Ainda procuro o girassol fora de época.
Com as mãos fechadas, espero o sol nascer.
E vejo o brilho das lágrimas caídas na marca vermelha das unhas.
Quando nos acostumamos com a solidão,
Vamso voar com as asas sem plumas.
Vá mais para frente...
Quando não houver mais nuvens de chuva,
Vai brilhar a rua molhada.
Só a solidão ensina o forte clarão.
Com força, siga em frente."
Letra Original.
Engraçado é que, quando nós nos dispomos a cuidar de um animal, seja a espécie que for, nunca pensamos como será quando ele partir.
Meu coração está inflamado...
Perdi meu bem mais precioso, pelo qual daria minha vida sem pensar duas vezes.
Nove anos.
Esse foi nosso tempo.
Os meus sete, um mês dele. Nossos anos de glória.
Tantos sorrisos, tantas lágrimas e consolos, brincadeiras.
Esse foi meu Nick.
Nós fomos fortes contra essa doença.
Ele foi forte.
Sei que queria viver, e aguentou até o último segundo.
Eu me orgulho de ter tido o previlégio de tê - lo ao meu lado por tanto tempo.
As ondas de dor hoje me atingem, e eu só quero que ele saiba, que eu o amo e faria tudo que pudesse fazer para salvá - lo.
E que quando ele se foi, parte de mim me abandonou, deixando um vazio que jamais será preenchido.
Meu primeiro grande amor, aquele que eu sei que jamais me abandonaria, se foi...
Não existe consolo, não existe paz para mim.
Pra sempre o vazio da felicidade que não existe mais.
Foram os melhores quase nove anos da minha vida.
Você também foi embora cedo demais.
Vá com os anjos, vá em paz.
E eu fico aqui, com minha dor.
Only Human
K (Key)
Composição: K (Key)
"Na margem do outro lado da tristeza,
Dizem que se encontra um sorriso...
Na margem do outro lado da tristeza,
Dizem que se encontra um sorriso...
Quando chegarmos lá,
O que será que nos espera?
Naquele dia distante,
Parti para uma viagem.
Em busca de um sonho,
E não para fugir.
Se eu enxergasse o amanhã,
Não estaria suspirando.
Como um barco contra a correnteza,
Agora siga em frente.
No lugar onde termina o sofrimento,
Dizem que a felicidade nos espera.
Ainda procuro o girassol fora de época.
Com as mãos fechadas, espero o sol nascer.
E vejo o brilho das lágrimas caídas na marca vermelha das unhas.
Quando nos acostumamos com a solidão,
Vamso voar com as asas sem plumas.
Vá mais para frente...
Quando não houver mais nuvens de chuva,
Vai brilhar a rua molhada.
Só a solidão ensina o forte clarão.
Com força, siga em frente."
Letra Original.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
We don't talk about.
"E mesmo depois de anos, eu ainda me fazia aquela mesma pergunta.
E eu sabia que ela iria me perseguir até meu último suspiro.
Talvez, até mesmo depois dele.
Não, eu não iria esquecê - lo nunca.
Eu tentei, eu juro que tentei.
Digamos que eu tive sucesso por alguns minutos, nos quais eu escondia meu rosto em um livro e me obrigava a concentrar - me naquilo, mas então depois, voltava a pensar nele, sempre nele.
Voltava à mesma dor de sempre. A mesma saudade de sempre...
Eu não passava de um verme.
Um ser qualquer, esperando que a vida fosse gentil e me tirasse a única coisa que me restara além da solidão, além da solidão, a existência.
Os dias se arrastavam um após o outro e após o outro...
E eu continuava na minha nostalgia, tentando apenas um resquícios daqueles dias.
Mas eles se foram, e a minha esperança, já havia se perdido a muito."
P.S.: Texto de autoria própria, em caso de uso para qualquer fim, credite.
E eu sabia que ela iria me perseguir até meu último suspiro.
Talvez, até mesmo depois dele.
Não, eu não iria esquecê - lo nunca.
Eu tentei, eu juro que tentei.
Digamos que eu tive sucesso por alguns minutos, nos quais eu escondia meu rosto em um livro e me obrigava a concentrar - me naquilo, mas então depois, voltava a pensar nele, sempre nele.
Voltava à mesma dor de sempre. A mesma saudade de sempre...
Eu não passava de um verme.
Um ser qualquer, esperando que a vida fosse gentil e me tirasse a única coisa que me restara além da solidão, além da solidão, a existência.
Os dias se arrastavam um após o outro e após o outro...
E eu continuava na minha nostalgia, tentando apenas um resquícios daqueles dias.
Mas eles se foram, e a minha esperança, já havia se perdido a muito."
P.S.: Texto de autoria própria, em caso de uso para qualquer fim, credite.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Ou apenas suavemente livre...?
"Sim, eu sinto falta...
De quando nossos corpos pulsavam em sincronia.
De onde nossas bocas uniam - se, nossas línguas acariciavam - se e as mãos deslizavam por sobre os corpos desnudos.
Os beijos que percorriam todo trajeto, faziam - no arfar de prazer. Faziam - me satisfeita com sua esplendorosa expressão.
Na glória, com dor, unimo - nos.
Os corações em lugares apropriados.
E então você adentrou meu jardim.
E eu fiz - me suave.
Nossos mundos transbordaram..."
Accidental Babies
Composição: Damien Rice
Damien Rice
"Bem, eu te abracei como um amante.
Mãos felizes.
Seu cotovelo no local apropriado.
E ignoramos nossos outros planos felizes
Por um olhar delicado em seu rosto.
Nossos corpos se movem e se enrijecem,
Machucando partes do seu jardim.
Sem espaço para um perdão,
Em um lugar onde ninguém sabe o que fizemos.
Você goza sempre junto com ele?
E ele é obscuro o bastante?
O bastante para ver sua luz?
Você escova os dentes antes de beijar?
Você sente falta do meu cheiro?
E ele é corajoso o bastante pra ficar com você?
Você sente que está no lugar certo?
Ele te deixa louca ou apenas suavemente livre?
E quanto a mim?
Bem, você me abraçou como uma amante.
Mãos suadas,
E meu pé no local apropriado.
Nós usamos almofadas para esconder glândulas felizes
Na suave introdução da nossa desgraça.
Nossas mentes pressionadas e suspensas,
Enquanto nossa carne desatenta,
Sem espaço para o leve
No fundo de onde bate nossa bateria.
Bem, eu sei que faço você chorar.
Eu sei que, às vezes, você quer morrer,
Mas você se sente realmente viva sem mim?
Se sim, então seja livre.
Se não, deixe - o por mim.
Antes que um de nós tenha bebês acidentais,
Por que estamos apaixonados.
Você goza sempre junto com ele?
Letra Original.
Peço desculpas por não cumprir o que havia prometido por horário de postagens, mas sinto - me pouco entusiasmada pra postar...
De quando nossos corpos pulsavam em sincronia.
De onde nossas bocas uniam - se, nossas línguas acariciavam - se e as mãos deslizavam por sobre os corpos desnudos.
Os beijos que percorriam todo trajeto, faziam - no arfar de prazer. Faziam - me satisfeita com sua esplendorosa expressão.
Na glória, com dor, unimo - nos.
Os corações em lugares apropriados.
E então você adentrou meu jardim.
E eu fiz - me suave.
Nossos mundos transbordaram..."
Accidental Babies
Composição: Damien Rice
Damien Rice
"Bem, eu te abracei como um amante.
Mãos felizes.
Seu cotovelo no local apropriado.
E ignoramos nossos outros planos felizes
Por um olhar delicado em seu rosto.
Nossos corpos se movem e se enrijecem,
Machucando partes do seu jardim.
Sem espaço para um perdão,
Em um lugar onde ninguém sabe o que fizemos.
Você goza sempre junto com ele?
E ele é obscuro o bastante?
O bastante para ver sua luz?
Você escova os dentes antes de beijar?
Você sente falta do meu cheiro?
E ele é corajoso o bastante pra ficar com você?
Você sente que está no lugar certo?
Ele te deixa louca ou apenas suavemente livre?
E quanto a mim?
Bem, você me abraçou como uma amante.
Mãos suadas,
E meu pé no local apropriado.
Nós usamos almofadas para esconder glândulas felizes
Na suave introdução da nossa desgraça.
Nossas mentes pressionadas e suspensas,
Enquanto nossa carne desatenta,
Sem espaço para o leve
No fundo de onde bate nossa bateria.
Bem, eu sei que faço você chorar.
Eu sei que, às vezes, você quer morrer,
Mas você se sente realmente viva sem mim?
Se sim, então seja livre.
Se não, deixe - o por mim.
Antes que um de nós tenha bebês acidentais,
Por que estamos apaixonados.
Você goza sempre junto com ele?
E ele é obscuro o bastante?
O bastante para ver sua luz?
Você escova os dentes antes de beijar?
Você sente falta do meu cheiro?
E ele é corajoso o bastante pra ficar com você?
Você sente que está no lugar certo?
Ele te deixa louca ou apenas suavemente livre?
E quanto a mim?
E quanto a mim?
E quanto a... ?"
Letra Original.
Peço desculpas por não cumprir o que havia prometido por horário de postagens, mas sinto - me pouco entusiasmada pra postar...
Marcadores:
Amor,
Damien Rice,
Dor,
E se...,
Esquecer,
Felicidade,
Fugir,
Lembranças,
Morte,
Música,
Perdido,
Saudade,
Sentimentos sufocados,
Sonho,
Tempo,
Vida
sábado, 19 de março de 2011
Desabafo.
Clarisse
Compositor: Renato Russo
Legião Urbana
"Estou cansado de ser vilipendiado,
Incompreendido e descartado.
Quem diz que me entende,
Nunca quis saber.
Aquele menino foi internado numa clínica.
Dizem que por falta de atenção dos amigos,
Das lembranças...
Dos sonhos que se configuram tristes e inertes.
Como uma ampulheta imóvel.
Não se mexe.
Não se move.
Não trabalha.
E Clarisse está trancada no banheiro.
E faz marcas no seu corpo com seu pequeno canivete.
Deitada no canto,
Seus tornozelos sangram.
E a dor é menor do que parece.
Quando ela se corta,
Ela se esquece
Que é impossível ter da vida calma e força.
Viver em dor,
O que ninguém entende.
Tentar ser forte a todo e cada amanhecer.
Uma de suas amigas já se foi.
Quando mais uma ocorrência policial.
Ninguém me entende,
Não me olhe assim,
Com esse semblante de bom samaritano.
Cumprindo seu dever,
Como se eu fosse doente.
Como toda essa dor fosse diferente,
Ou inexistente...
Nada existe pra mim,
Não tente.
Você não sabe e não entende.
E quando os anti-depressivos e os calmantes não fazem mais efeito.
Clarisse sabe que a loucura está presente.
E sente a essência estranha do que é a morte.
Mas esse vazio,
Ela conhece muito bem.
De quando em quando é um novo tratamento.
Mas, o mundo continua sempre o mesmo.
O medo de voltar pra casa à noite.
Os homens se esfregam nojentos,
No caminho de ida e volta da escola.
A falta de esperança e o tormento
De saber que nada é justo e pouco é certo,
E que estamos destruindo o futuro.
E que a maldade anda sempre aqui por perto.
A violência e a injustiça que existe contra todas as meninas
E mulheres.
Um mundo onde a verdade é o avesso,
E a alegria já não tem mais endereço.
Clarisse está trancada no seu quarto,
Com seus discos e seus livros,
Seu cansaço.
Eu sou um pássaro.
Me trancam na gaiola,
E esperam que eu cante como antes.
Eu sou um pássaro.
Me trancam na gaiola,
Mas, um dia , eu consigo existir
E voar pelo caminho mais bonito.
Clarisse só tem 14 anos..."
Letra original.
Os dias "Clarissianos" chegam e nos abalam as estruturas...
Sim, eles existem, para alguns...
Compositor: Renato Russo
Legião Urbana
"Estou cansado de ser vilipendiado,
Incompreendido e descartado.
Quem diz que me entende,
Nunca quis saber.
Aquele menino foi internado numa clínica.
Dizem que por falta de atenção dos amigos,
Das lembranças...
Dos sonhos que se configuram tristes e inertes.
Como uma ampulheta imóvel.
Não se mexe.
Não se move.
Não trabalha.
E Clarisse está trancada no banheiro.
E faz marcas no seu corpo com seu pequeno canivete.
Deitada no canto,
Seus tornozelos sangram.
E a dor é menor do que parece.
Quando ela se corta,
Ela se esquece
Que é impossível ter da vida calma e força.
Viver em dor,
O que ninguém entende.
Tentar ser forte a todo e cada amanhecer.
Uma de suas amigas já se foi.
Quando mais uma ocorrência policial.
Ninguém me entende,
Não me olhe assim,
Com esse semblante de bom samaritano.
Cumprindo seu dever,
Como se eu fosse doente.
Como toda essa dor fosse diferente,
Ou inexistente...
Nada existe pra mim,
Não tente.
Você não sabe e não entende.
E quando os anti-depressivos e os calmantes não fazem mais efeito.
Clarisse sabe que a loucura está presente.
E sente a essência estranha do que é a morte.
Mas esse vazio,
Ela conhece muito bem.
De quando em quando é um novo tratamento.
Mas, o mundo continua sempre o mesmo.
O medo de voltar pra casa à noite.
Os homens se esfregam nojentos,
No caminho de ida e volta da escola.
A falta de esperança e o tormento
De saber que nada é justo e pouco é certo,
E que estamos destruindo o futuro.
E que a maldade anda sempre aqui por perto.
A violência e a injustiça que existe contra todas as meninas
E mulheres.
Um mundo onde a verdade é o avesso,
E a alegria já não tem mais endereço.
Clarisse está trancada no seu quarto,
Com seus discos e seus livros,
Seu cansaço.
Eu sou um pássaro.
Me trancam na gaiola,
E esperam que eu cante como antes.
Eu sou um pássaro.
Me trancam na gaiola,
Mas, um dia , eu consigo existir
E voar pelo caminho mais bonito.
Clarisse só tem 14 anos..."
Letra original.
Os dias "Clarissianos" chegam e nos abalam as estruturas...
Sim, eles existem, para alguns...
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Lembranças de uma mente desvairada.
"Nenhuma palavra.
Nenhum sopro.
Nenhum sinal.
Um ciclo lunar completo.
Uma folha do calendário.
Silêncio e o cansaço de esperar...
De esperar por algo que nunca muda...
Partida.
Despedida.
Adeus.
"O tempo sempre cura toda e qualquer dor de amor."
"Podemos ser felizes sozinhos."
Pensando em mim?
Pensando em você.
Em mim, não.
E se foi.
Nenhuma palavra.
Nenhum sopro.
Nenhum sinal.
Um ciclo lunar completo.
Uma folha do calendário."
P.S.: Texto de autoria própria, em caso de uso para qualquer fim, credite.
Nenhum sopro.
Nenhum sinal.
Um ciclo lunar completo.
Uma folha do calendário.
Silêncio e o cansaço de esperar...
De esperar por algo que nunca muda...
Partida.
Despedida.
Adeus.
"O tempo sempre cura toda e qualquer dor de amor."
"Podemos ser felizes sozinhos."
Pensando em mim?
Pensando em você.
Em mim, não.
E se foi.
Nenhuma palavra.
Nenhum sopro.
Nenhum sinal.
Um ciclo lunar completo.
Uma folha do calendário."
P.S.: Texto de autoria própria, em caso de uso para qualquer fim, credite.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Por amor às causas perdidas.
"As lágrimas eram de decepção, rancor, amor e ódio.
ódio acima de tudo.
Os olhos miravam o nada, mas em um momento encontraram a porta do banheiro aberta.
Os remédios que tomava para aliviar outras dores, agora lhe serviam para aliviar esta.
Levantou - se indo de encontro a eles, logo voltando a deitar - se na cama.
Fechou seus olhos.
As batidas na sua porta eram incessantes, ao contrário das batidas do seu coração, que naquele instante pararam.
Para sempre."
ódio acima de tudo.
Os olhos miravam o nada, mas em um momento encontraram a porta do banheiro aberta.
Os remédios que tomava para aliviar outras dores, agora lhe serviam para aliviar esta.
Levantou - se indo de encontro a eles, logo voltando a deitar - se na cama.
Fechou seus olhos.
As batidas na sua porta eram incessantes, ao contrário das batidas do seu coração, que naquele instante pararam.
Para sempre."
domingo, 2 de janeiro de 2011
Sobre a saudade
Muitos tentaram descrevê - la, cada um ao seu modo de sentir.
Mas o que seria esse sentimento atormentador que nos comprime o peito?
Vejamos o que já foi dito:
"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas, às vezes, a saudade é tão profunda, que a presença é pouco: Quer - se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida."
(Clarice Lispector.)
"Saudade é solidão acompanhada.
é quando o amor ainda não foi embora, mas o amado já...
Saudade é amar um passado que ainda não passou,
É recusar um presente que nos machuca,
É não ver o futuro que nos convida...
Saudade é sentir que existe o que não existe mais...
Saudade é o inferno dos que perderam,
É a dor dos que ficam para trás,
É o gosto de morte na boca dos que continuam...
Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade: Aquela que nunca amou.
Esse é o maior dos sofrimentos:
Não ter por quem sentir saudades,
Passar pela vida e não viver.
O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido"
(Pablo Neruda.)
"A saudade é um parafuso,
Que quando a rosca cai,
Só entra se for torcendo,
Porque quando bate, não vai.
Mas quando enferruja dentro,
Nem distorcendo, não sai."
(Raul Seixas.)
"Oh, pedaço de mim!
Oh, metade afastada de mim!
Leva o teu olhar,
Que saudade é o pior tormento.
É pior que o esquecimento,
É pior do que se entrevar."
(Chico Buarque de Holanda.)
"Se fosse só sentir saudade...
Mas, tem sempre algo mais.
Seja como for,
É uma dor que dói no peito.
Pode rir agora,
Que estou sozinho.
Mas, não venha me roubar..."
(Renato Russo.)
"Saudade é não saber.
Não saber o que fazer com os dias que ficam mais compridos.
Não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento.
Não saber como frear as lágrimas diante de uma música.
Não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche."
(Martha Medeiros.)
"Saudade não é o que a gente sente quando a pessoa vai embora.
Seria muito simples acenar um 'tchau' e contentar - se com as memórias, com o passado.
Saudade não é ausência.
É presença, é tentar viver no presente.
É a cama ainda desarrumada, o par de copos ao lado da garrafa de vinho, é a escova de dentes ao lado da sua.
Saudade são todas as coisas que estão lá para dizer que não, que a pessoa não foi embora.
Muito pelo contrário: Ela ficou, e de lá não sai.
A ausência ocupa tempo. Ocupa espaço. Ocupa a cabeça. Até demais.
E faz com que a gente invente coisas, nos leva tão próximo da total loucura quanto é permitido, para quem em cujo prontuário. lê - se "sadio".
Ela faz a gente realmente acreditar que enlouquecemos.
Ela nos deixa de cama, mesmo quando estamos fazendo todas as coisas do mundo. Todas e ao mesmo tempo.
É o transtorno intermitente e perene de implorar por 'um pouco mais'."
(Lucas Silveira.)
Há uma forma de concerto para todos os tipos de saudade.
Uma reconciliação. Uma lembrança boa muito forte. O som da voz, o deslumbre da face...
Poucas coisas não podem voltar atrás...
Xoxo!
Mas o que seria esse sentimento atormentador que nos comprime o peito?
Vejamos o que já foi dito:
"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas, às vezes, a saudade é tão profunda, que a presença é pouco: Quer - se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida."
(Clarice Lispector.)
"Saudade é solidão acompanhada.
é quando o amor ainda não foi embora, mas o amado já...
Saudade é amar um passado que ainda não passou,
É recusar um presente que nos machuca,
É não ver o futuro que nos convida...
Saudade é sentir que existe o que não existe mais...
Saudade é o inferno dos que perderam,
É a dor dos que ficam para trás,
É o gosto de morte na boca dos que continuam...
Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade: Aquela que nunca amou.
Esse é o maior dos sofrimentos:
Não ter por quem sentir saudades,
Passar pela vida e não viver.
O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido"
(Pablo Neruda.)
"A saudade é um parafuso,
Que quando a rosca cai,
Só entra se for torcendo,
Porque quando bate, não vai.
Mas quando enferruja dentro,
Nem distorcendo, não sai."
(Raul Seixas.)
"Oh, pedaço de mim!
Oh, metade afastada de mim!
Leva o teu olhar,
Que saudade é o pior tormento.
É pior que o esquecimento,
É pior do que se entrevar."
(Chico Buarque de Holanda.)
"Se fosse só sentir saudade...
Mas, tem sempre algo mais.
Seja como for,
É uma dor que dói no peito.
Pode rir agora,
Que estou sozinho.
Mas, não venha me roubar..."
(Renato Russo.)
"Saudade é não saber.
Não saber o que fazer com os dias que ficam mais compridos.
Não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento.
Não saber como frear as lágrimas diante de uma música.
Não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche."
(Martha Medeiros.)
"Saudade não é o que a gente sente quando a pessoa vai embora.
Seria muito simples acenar um 'tchau' e contentar - se com as memórias, com o passado.
Saudade não é ausência.
É presença, é tentar viver no presente.
É a cama ainda desarrumada, o par de copos ao lado da garrafa de vinho, é a escova de dentes ao lado da sua.
Saudade são todas as coisas que estão lá para dizer que não, que a pessoa não foi embora.
Muito pelo contrário: Ela ficou, e de lá não sai.
A ausência ocupa tempo. Ocupa espaço. Ocupa a cabeça. Até demais.
E faz com que a gente invente coisas, nos leva tão próximo da total loucura quanto é permitido, para quem em cujo prontuário. lê - se "sadio".
Ela faz a gente realmente acreditar que enlouquecemos.
Ela nos deixa de cama, mesmo quando estamos fazendo todas as coisas do mundo. Todas e ao mesmo tempo.
É o transtorno intermitente e perene de implorar por 'um pouco mais'."
(Lucas Silveira.)
Há uma forma de concerto para todos os tipos de saudade.
Uma reconciliação. Uma lembrança boa muito forte. O som da voz, o deslumbre da face...
Poucas coisas não podem voltar atrás...
Xoxo!
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sábado, 1 de janeiro de 2011
Sonho parece verdade quando a gente esquece de acordar.
Texto escrito após um sonho...
"A cada floco de neve que caia, ele conseguia ver seu rosto ferido pelos sentimentos que retornavam.
Refletidas também, suas lembranças. Lembranças dos amigos que deixou para trás, as únicas pessoas que realmente haviam se importado com ele.
Da única pessoa que amou, mesmo que tentasse a afastar de todas as maneiras possíveis.
Seus olhos melancólicos miraram o céu branco, assim como a neve que caia.
Não sabia o que fazer, como agir.
Só queria.... Voltar para ela e tomá - la em seus braços.
Mas já era tarde, seu tempo esgotava - se.
Fitou o nada. Uma cena de sua vida passava ali, em sua frente.
O dia em que partira, dizendo adeus a tudo, a sua vida.
Quando viu as lágrimas aquela noite jorrando pelo rosto da menina, aquela que estava sempre ao seu lado, implorando para que ele ficasse, implorando para levá - la junto a ele, para que não a abandonasse.
Mas ele não a deu ouvidos.
Precisava conquistar seu objetivo, só assim estaria livre para ficar com ela.
- Será que... - murmurou para si mesmo.
Ele andou, chegando ao topo de uma alta cachoeira.
Aproximou -se da beirada, fechando os olhos, respirando com dificuldade.
Ele ouvi o barulho da água caindo... Suas memórias iam junto à correnteza.
Por que ele sempre fora tão obcecado pela vingança?
Nunca reparando nem preocupando - se com os sentimentos que aquela garota que tanto o amava, nutria.
Seu passado era ofuscado pela sede de revanche.
Agora, ele não poderia mais cumprir o seu segundo objetivo, não conseguiria mais voltar para ela.
Mal aguentava - se em pé. Sabia que dessa vez nada o salvaria a vida.
- Obrigado... - Sua última palavra saiu como um murmúrio.
Um murmúrio que ela, infelizmente, não pode ouvir.
Soltou um zunido de agonia, não podendo mais aguentar o peso do próprio corpo, que começou a tombar.
Seus olhos fecharam - se e foi se deixando ceder à gravidade.
O que sobrara de suas recordações se dilaceravam, junto com a dor.
As lágrimas que ainda escorriam de seus olhos, secaram - se.
A flor de cerejeira que estava em sua mão, fora despedaçada e levada junto com a brisa, enquanto seu corpo caía.
Sem esperança, sem rumo..."
P.S.: Texto de autoria própria, em caso de uso para qualquer fim, credite.
Esse pequeno conto foi escrito após um sonho, como mencionado.
Um sonho onde os 'personagens' eram Uchiha Sasuke e Haruno Sakura.
Até mais!
"A cada floco de neve que caia, ele conseguia ver seu rosto ferido pelos sentimentos que retornavam.
Refletidas também, suas lembranças. Lembranças dos amigos que deixou para trás, as únicas pessoas que realmente haviam se importado com ele.
Da única pessoa que amou, mesmo que tentasse a afastar de todas as maneiras possíveis.
Seus olhos melancólicos miraram o céu branco, assim como a neve que caia.
Não sabia o que fazer, como agir.
Só queria.... Voltar para ela e tomá - la em seus braços.
Mas já era tarde, seu tempo esgotava - se.
Fitou o nada. Uma cena de sua vida passava ali, em sua frente.
O dia em que partira, dizendo adeus a tudo, a sua vida.
Quando viu as lágrimas aquela noite jorrando pelo rosto da menina, aquela que estava sempre ao seu lado, implorando para que ele ficasse, implorando para levá - la junto a ele, para que não a abandonasse.
Mas ele não a deu ouvidos.
Precisava conquistar seu objetivo, só assim estaria livre para ficar com ela.
- Será que... - murmurou para si mesmo.
Ele andou, chegando ao topo de uma alta cachoeira.
Aproximou -se da beirada, fechando os olhos, respirando com dificuldade.
Ele ouvi o barulho da água caindo... Suas memórias iam junto à correnteza.
Por que ele sempre fora tão obcecado pela vingança?
Nunca reparando nem preocupando - se com os sentimentos que aquela garota que tanto o amava, nutria.
Seu passado era ofuscado pela sede de revanche.
Agora, ele não poderia mais cumprir o seu segundo objetivo, não conseguiria mais voltar para ela.
Mal aguentava - se em pé. Sabia que dessa vez nada o salvaria a vida.
- Obrigado... - Sua última palavra saiu como um murmúrio.
Um murmúrio que ela, infelizmente, não pode ouvir.
Soltou um zunido de agonia, não podendo mais aguentar o peso do próprio corpo, que começou a tombar.
Seus olhos fecharam - se e foi se deixando ceder à gravidade.
O que sobrara de suas recordações se dilaceravam, junto com a dor.
As lágrimas que ainda escorriam de seus olhos, secaram - se.
A flor de cerejeira que estava em sua mão, fora despedaçada e levada junto com a brisa, enquanto seu corpo caía.
Sem esperança, sem rumo..."
P.S.: Texto de autoria própria, em caso de uso para qualquer fim, credite.
Esse pequeno conto foi escrito após um sonho, como mencionado.
Um sonho onde os 'personagens' eram Uchiha Sasuke e Haruno Sakura.
Até mais!
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